
Ainda que uma lista de "melhores" em qualquer coisa e disciplina sempre termine em polêmica -que o diga o pessoal da Rolling Stones-, talvez ditos questionamentos seriam menores se a lista fosse realizada por pessoas experimentadas no tema ou no mínimo com um grau aceitável de conhecimento sobre o mesmo. E em literatura, talvez poucas pessoas sejam tão apropriadas para opinar sobre o assunto como os próprios escritores.

A verdade é que há tantos escritores medíocres quanto livros publicados - que o diga Paulo Coelho-, mas talvez seja possível encontrar uma característica comum a todos eles: sua vida passada como grandes leitores. Assim o site Brain Pickings pediu a 125 autores estadunidenses e ingleses -entre eles Norman Mailer, Ann Patchett, Jonathan Franzen, Claire Messud e Joyce Carol Oates- que fizessem uma lista, hierarquizada e ordenada daqueles que consideram as dez melhores obras de ficção da história: novelas, coleções de contos, obras de teatro ou poemas.
E ainda que a petição tenha suposto algum problema, sobretudo no momento de definir por que uma obra é "grandiosa" ("grande" para mim ou para muitíssimas pessoas em várias épocas ou por seu conteúdo?), ao final foi possível elaborar as seguintes listas. A primeira com as melhores obras do século XX, outra com as do XIX, uma mais com os 10 melhores escritores de acordo com o número de obras eleitas e a última com os autores que mais pontos.
Melhores obras do Século XX:
Melhores obras do Século XIX:
Os dez autores com mais livros eleitos:
Os dez autores com mais pontos conseguidos:
Fonte: The Atlantic.
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Ainda que uma lista de "melhores" em qualquer coisa e disciplina sempre termine em polêmica -que o diga o pessoal da Rolling Stones-, talvez ditos questionamentos seriam menores se a lista fosse realizada por pessoas experimentadas no tema ou no mínimo com um grau aceitável de conhecimento sobre o mesmo. E em literatura, talvez poucas pessoas sejam tão apropriadas para opinar sobre o assunto como os próprios escritores.

A verdade é que há tantos escritores medíocres quanto livros publicados - que o diga Paulo Coelho-, mas talvez seja possível encontrar uma característica comum a todos eles: sua vida passada como grandes leitores. Assim o site Brain Pickings pediu a 125 autores estadunidenses e ingleses -entre eles Norman Mailer, Ann Patchett, Jonathan Franzen, Claire Messud e Joyce Carol Oates- que fizessem uma lista, hierarquizada e ordenada daqueles que consideram as dez melhores obras de ficção da história: novelas, coleções de contos, obras de teatro ou poemas.
E ainda que a petição tenha suposto algum problema, sobretudo no momento de definir por que uma obra é "grandiosa" ("grande" para mim ou para muitíssimas pessoas em várias épocas ou por seu conteúdo?), ao final foi possível elaborar as seguintes listas. A primeira com as melhores obras do século XX, outra com as do XIX, uma mais com os 10 melhores escritores de acordo com o número de obras eleitas e a última com os autores que mais pontos.
Melhores obras do Século XX:
Melhores obras do Século XIX:
Os dez autores com mais livros eleitos:
Os dez autores com mais pontos conseguidos:
Fonte: The Atlantic.
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Uma expedição a um dos pontos mais profundos do oceano encontrou uma das criaturas mais enigmáticas das profundezas do mar: um anfípodo supergigante. Estes crustáceos são particularmente comuns nas profundezas do mar e quanto mais profundo for a exploração, maior número deles são encontrados. Normalmente medem entre 2 e 3 centímetros de comprimento, com a única exceção de uma espécie um pouco maior encontrada na Antártida: o anfípodo gigante, que pode chegar até aos 10 centímetros de tamanho.

No entanto, uma equipe de cientistas a Universidade de Aberdeen encontrou em águas ao norte da Nova Zelândia (tinha que ser) um destes crustáceos supergigante, que faz seu primo da Antártida parecer um anão. O exemplar recém capturado mede 28 centímetros, quase 10 vezes mais que os anfípodos normais. Ademais, outro supergigante de 34 centímetros foi captado também em uma gravação de vídeo.

- "Tecnicamente não é uma nova espécie", explica Alan Jamieson, pesquisador do Oceanlab da Universidade de Aberdeen e líder da expedição que encontrou o anfípodo. - "É só uma espécie extraordinariamente rara que não sabíamos que vivesse nesta profundidade, nem que habitasse no Hemisfério sul e que não é vista há 30 anos!".

A descoberta foi feita durante uma expedição à fossa de Kermadec, ao norte de Nova Zelândia. Os pesquisadores usaram uma tecnologia de imersão desenhada especialmente para águas ultra-profundas para equipar um sistema que consistia em uma câmera e uma armadilha de grandes profundidades que desceu até 9.900 metros. A profundidades de aproximadamente 7.000 metros, a equipe tinha a esperança de recuperar alguma amostra de um raro peixe do gênero "Liparis" que não é capturado desde a década de 50. No entanto, a captura foi bem mais surpreendente do que pensavam.
- "Quando as armadilhas voltaram à tona estávamos eufóricos com a perspectiva de ver um destes estranhos peixes. Mas, segundos mais tarde, detive-me e pensei que diabos é isso? Enquanto apanhava um anfípodo muito maior do que pensei que podia ser possível.", exclama Jamieson.
Uma teoria sobre a origem do tamanho gigante reside no fato de estar a uma profundidade de 7 quilômetros, de forma que o crustáceo tem que resistir a uma pressão externa centenas de vezes mais elevada do que aquela que vive um espécime comum nativo de uma profundidade muito menor.
Fonte: El Mundo.
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Falar a verdade? Preferia antes desta onda de politicamente correto, quando os inuits eram esquimós e podíamos dormir com suas mulheres. Hoje em dia os hotéis iglus estão se tornado populares no hemisfério norte, como aquele da Finlândia apropriado para ver auroras boreais. Hoje vamos apresentar o Iglu-Dorf, um conceito de hotel para quem gosta de passar frio que oferece aldeias de iglus em sete locais em Andorra, Suíça e Áustria. A curiosidade sobre estes iglus é que são reconstruídos a cada ano, utilizando-se 3 mil toneladas de neve.

A história do Iglu-Dorf começou com uma idéia maluca de um snowboarder que decidiu passar a noite em um iglu para que pudesse ser o primeiro nas pistas no dia seguinte. Aparentemente, ser a primeiro é uma questão de grande orgulho para eles, então decidiu construir um iglu para se certificar de que ninguém iria superá-lo no primeiro passeio descendo a montanha. No dia seguinte, parecia a pessoa mais feliz do mundo e quando alguém lhe perguntou por que tinha um grande sorriso no rosto, simplesmente apontou para a montanha e disse:
- "Tá vendo aquela linha ali na neve brother? Eu que fiz! Uhull!!!". Mais e mais pessoas seguiram o seu exemplo e pediram para dormir em seu iglu. Na temporada seguinte, ele construiu dois iglus, depois três e foi assim até que nasceram as aldeias Iglu-Dorf. Agora, a empresa constrói 12 deles a cada ano, em diferentes locais por toda a Europa.
No início, os iglus eram construídos bloco por bloco, era necessário uma equipe de cinco pessoas por duas semanas para construir apenas um iglu de 8 metros de largura e 8 de altura, e que só poderia abrir o resort no final de janeiro. Assim pensaram em uma forma mais rápida e descobriram que os balões eram a melhor opção. Já explico: eles enchem grandes balões quando a neve começa a cair cobrindo-os totalmente. Daí verificam se a neve endureceu, então simplesmente esvaziam os balões e voilá, iglus perfeitos. Mas é aí que começam a trabalhar sério. Artistas são trazidos para esculpir os salões, os móveis de neve, camas, decorações, etc. Toda aldeia Iglu-Dorf, agora leva apenas duas semanas para ser construída e considerando que fazem grandes iglus com até dez metros de largura, há de se considerar o grande avanço.
Embora um ou outro Iglu-Dorf ofereça quartos com aquecedores, a maioria dos iglus são apenas equipados com deliciosos sacos de dormir para manter o visitante aquecido, então é melhor você pegar algumas roupas de inverno. As temperaturas durante a noite não superam o -5° C (diliça!), mas se você sentir frio, pode se aquecer com uma boa xícara de chocolate quente e um bom fondue de queijo, ou pular em uma banheira quente incrível enquanto conta as estrelas.
Os preços do Iglu-Dorf variam entre 99 euros (200 reais) por noite e percorrem todo um caminho até 439 euros (990 reais), na véspera do Ano Novo (sem a mulher do esquimó). Definitivamente não é o refúgio de inverno mais barato, mas se você puder pagar, esta experiência pode valer cada centavo (ou não). Basta olhar para as fotos e julgar por si mesmo.
Quanto ao snowboarder que criou o Iglu-Dorf, hoje abandonou os esportes radicais e prefere ser chamado de senhor quando diz:
- "Estão vendo aquela fortuna toda feita a base de neve senhores? Eu que fiz!".
Fonte: Welcome Beyond.


















A cada ano que passa, a diferença entre prisões e escolas públicas da gringolândia se torna cada vez menor. Ao ler o restante deste artigo, você ficará meio chocado com algumas coisas loucas que foram motivo de prisão de jovens em idade escolar nos Estados Unidos. Estranho é que a disciplina que deveria em princípio ser tratada por professores e diretores está se tornando caso de polícia no país que está transformando os antigos sonhos em pesadelos.

Infelizmente, os cidadãos se tornaram reféns do sistema paranoico, resultado das cagadas aprontadas por dirigentes e militares pelo mundo. Se você já fez um passaporte para a entrada naquele país, sabe do que falamos. Enquanto Obama aparece na TV para dizer que os EUA facilitará o visto para entrar no país, na prática vemos o contrário: milhares de brasileiros se acotovelando nas portas dos consulados americanos para se submeter à humilhação (humilhação é pouco) de pedir o visto.
Mas voltando ao assunto central, ao que parece este povo se convenceu de que a única maneira de viver em segurança é a instituição de um estado policial militarizado totalitário. Assim, as escolas públicas são administradas como prisões e os alunos são tratados como prisioneiros.
Por outro lado o ensino deficitário não permite habilidades de pensamento crítico às crianças, de forma que muitos vão para a escola com facas, armas e drogas (lembra alguma coisa?). A atividade de gangues é desenfreada em muitas escolas. Por exemplo, em 2010, só a polícia do Texas registrou, pasmem, 300 mil queixas policiais contra jovens em idade escolar.
Lógico, se um garoto puxa uma faca para alguém, a polícia deve intervir, mas os professores e diretores deveriam ser capazes de usar algum senso comum e lidar com a grande maioria dos problemas de disciplina que acontecem. O que você está prestes a ler vai absolutamente causar surpresa. A seguir, 19 motivos inacreditáveis que levaram crianças à cadeia na gringolândia:
Lógico e evidente que o que está acontecendo nessas escolas é um reflexo do conjunto da sociedade como um todo. Estão sendo transformadas em prisões porque toda a sociedade está sendo transformada em uma prisão gigante.
Fonte: Fim do Sonho Americano.
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Devo confessar que devido a uma viagem de última hora escolhi este joguinho meio que no escuro, mas se for tão pomposo como seu título deve ser o máximo. As indicações da NewGrounds sobre The Several Journeys of Reemus - Prologue - Lair of the Ant Queen (5,6 MB) dão conta de que para jogá-lo, será necessário ajudar o protagonista da jornada de nome Reemus e seu parceiro Liam a cruzar aventuras um pouco estranhas, enquanto explora ambientes e clica em objetos que desencadeiam ações que dão continuidade à história. Boa diversão!

Um show ao vivo com os habitantes do planeta Voca é melhor do que parece em qualquer vídeo. Também pudera! Com seu jeito original e trejeitos sincronizados, o grupo apresenta um espetáculo único que pode ir da música clássica ao pop sem que se note a transição e sem a presença de um só instrumento musical -todos os sons são reproduzidos pelos oito integrantes do grupo-. Neste vídeo eles apresentam um medley do Queen no festival de comédia de Montreux de 2010.
Se a coisa caminhar assim é bem possível que façamos a Sexta de Bohemian Rhapsody no MDig.
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Não se sabe ainda ao certo se o coelhinho Champis tem um problema de dupla personalidade ou diante das nuvens negras da crise que se desenham no horizonte decidiu inovar e aprender uma nova profissão para os tempos vindouros. A verdade é que ao levar Champis para casa, você terá um animal fofinho comedor de cenoura senão que também um ótimo animal de pastoreio, como poderão atestar no seguinte vídeo. Quem precisa de um cão quando há coelhos?

Há alguns dias mostrávamos o impressionante desmantelamento de um cargueiro encalhado na Bretanha francesa. Logo depois recebi a dica da amiga Drielle de como se desmonta um navio cargueiro da Marinha e se corta em pedacinhos. O programa "Break it down", da Nat Geo, mostrou o desmantelamento do USS Savannah, um cargueiro com um comprimento de dois campos de futebol e uma altura de 10 andares. O barco serviu na VI Frota fornecendo combustível a outras navios e foi desmanchado no ano passado para reaproveitamento de seus materiais.

Kronid Gogolev é um mestre entalhador que cria obras de arte incrivelmente detalhadas inspiradas na vida rural e provincial das regiões do norte da Rússia. Mas falar que as obras de Kronid se estabelecem somente na capacidade de usar o formão ou cinzel seria uma sacanagem sem tamanho. Suas intrincadas pinturas de madeira são algo que podemos aproximar do terreno do inacreditável. Só vendo para entender!

Kronid usa ferramentas simples e com elas é capaz de transformar peças brutas de madeira em obras de arte que retratam o modo de vida e as tradições das aldeias do norte da Rússia, capturando sua beleza original. Cada uma de suas criações tem suas próprias impressões e características únicas, mas todas elas conseguem captar a atenção do espectador, transportando-o para as definições da vida real pitorescas da região em questão.
Kronid Gogolev nasceu em 1926, na província de Novgorod. Seu pai, um ex-padre, lhe deu o nome bastante incomum de Kronid, que significa "Zeus", um nome que muitos dizem que ele, eventualmente, converteu para o deus russo da escultura em madeira.
Quando tinha 16 anos, lutou na Segunda Guerra Mundial e participou na libertação da região de Leningrado, da Estônia e Polônia. Em 1953 Kronid Gogolev entrou para a Escola de Artes Gráficas de Leningrado, e após a formatura se mudou para a cidade de Sortavale, na Carélia, uma região rica na arquitetura em madeira.
Tornou-se famoso em 1984, depois de fazer duas exposições em Moscou, e no ano que se seguiu tornou-se membro da União dos Artistas da URSS exibindo sua arte única tanto na Rússia quanto em vários países do mundo. Apesar de não gostar nem um pouco de glamourização e ser avesso aos cliques fotográficos, Kronid tem uma lista de fãs famosos, como o premiê fódão Vladimir Putin, o simpático e inesquecível Boris Yeltsin, ou X9 da KGB, patriarca da Igreja Ortodoxa Russa, Aleixo II, que possuía algumas das suas esculturas de madeira.
































Fonte: Photo-Discovery.
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