
Uma pequena, porém bela, coleção de imagens de arco-íris para colorir a sua sexta-feira. Bom final de semana a todos!



















Nós já mostramos aqui o porque "A cobra fumou" na Segunda Guerra. Aqui imagens de soldados da Força Expedicionária Brasileira na sua campanha na Itália.




























P.S.: Logo após a publicação do post recebemos um email da amiga Luiza Bianchi indicando a bela música "Heróis de Gelo", do grupo Heróis de Gelo, feita em homenagem aos praças. A música (ver abaixo) tem fins de ajudar a manter viva a memória de todos os pracinhas do Brasil.
O nome da música está relacionado a galhardia e coragem dos soldados brasileiros ao enfrentar um inverno rigoroso, resistindo a neve, vivendo em trincheiras com temperturas de até 18ºC negativos e de lutar de igual para igual, nos apeninos, com tropas especializadas em combates nas montanhas.
Viva a FEB!!! Viva o Brasil!!!

Só 14 anos e toda uma vida pela frente para se perguntar por que foi a única sobrevivente entre os 153 passageiros do acidente do avião da Air Yemenia que caiu no oceano Índico. Nos últimos cinquenta anos, as pessoas que se converteram em únicos sobreviventes de um acidente destas características mal superam a dezena. Esta é uma compilação dos dez casos mais conhecidos:

A organização Committee to Protect Journalists difundiu um relatório com os 10 países onde é mais arriscado manter uma página pessoal na Rede. Alguns bloogueiros já foram parar na cadeia por postarem conteúdo contrário a política do país.

Vídeo compilação com os 8 maiores idiotas da internet, comprovações claras da lei da seleção natural. O idiota número 6... dói só de ver.

A gente vive falando que o cinema é considerado a "sétima arte" mas você sabe porquê? Quem inventou esta definição foram os gregos da antiguidade, a saber:
Seguindo o raciocínio de forma análoga, a continuação "moderna" da lista ficou assim:

Tem alguns programas esportivos na TV em que os comentaristas pensam que estão conversando com os amigos e vendo o jogo no buteco da esquina.
Esta é nova.
Esta é antiga.
Esta é mais antiga ainda e fez muito sucesso na rede e na TV, mas apesar de muito cômica não é real, é uma montagem de dois amigos.
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Há 15 anos acontecia o genocídio de Ruanda. Uma marca indelével de infâmia no coração da evolução humana. Valentina Iribagiza tem agora 27 anos e é exemplo vivo da memória daquela barbárie. Valentina, com 12 anos, foi uma das escassas sobreviventes tutsis da matança de Nyarubuye. Sobreviveu aos ataques dos hutus e permaneceu escondida entre mais de 2.000 cadáveres na Igreja do local durante 43 dias; mimetizando um fio de vida entre o fedor, a morte e o ódio racial e irracional que embriagou toda uma nação.
Valentina vivia com seus pais e seis irmãos em Nyarubuye, uma tranqüila aldeia ao sudeste de Ruanda. Até princípios dos anos 90 a convivência entre as etnias hutus ou tutsis baseava-se no respeito simbiótico herdado de séculos de confrontos e polêmicas sem sentido. Os hutus não esquecem as afrontas dos antepassados tutsis que protagonizaram no século XVI diversas campanhas militares para acabar com os príncipes hutus e pendurar seus genitais nos tambores de guerra que depois troavam por todo o país.

O assassinato do presidente Habyarimana e o avanço da Frente Patriótica Ruandesa desencadeou o derrame de ódio e ira por toda Ruanda. Começaram as matanças e queima de casas por parte das milícias hutus, obrigando uma deslocação em massa de pessoas para campos de refugiados situados na fronteira com os países vizinhos.
Valentina e sua família se resguardaram na igreja de Nyarubuye, um refúgio de imunidade fictícia, junto com 2.000 tutsis e hutus moderados.
- "Na sexta-feira, 15 de abril, chegaram os assassinos, encabeçados por Sylvestre Gacumbitsi, o prefeito de minha cidade. Reconheci muitos de meus vizinhos hutus entre os mais de 30 homens que rodeavam a igreja. Levavam facas e facões... Primeiro pediram que entregássemos nosso dinheiro, dizendo que aqueles que pagassem se livrariam da morte. Mas após pegar o dinheiro mataram todos . Começaram então a jogar granadas. Vi um homem explodindo pelos ares, em pedaços. Diziam que éramos serpentes e que para matar as serpentes tinham que cortar a cabeça..." - Valentina Iribagiza.

Naquela tarde de 15 de Abril de 1994 começou a carnificina. À noite os assassinos foram embora mas voltaram no dia seguinte, e no seguinte, e no seguinte... com mais refugiados e os facões entre os dentes. Mais de 10 mil pessoas morreram em Nyarubuye; 2.000 corpos jaziam na Igreja.
Valentina, seguindo o instinto maternal, escondeu-se entre aqueles cadáveres, junto a sua mãe e fingiu estar morta. Antes disso tinha recebido muitos golpes, uma machadada na cabeça e quatro dedos da mão direita quebrados. O sangue e calma eram o melhor de seus disfarces e o que lhe salvou a vida.
Quatro dias ela ficou quase sem se mover, segurando a respiração ao menor movimento; sempre agasalhada pelos corpos de sua própria família e bebendo a suja água da chuva que gotejava pelas feridas da própria igreja. Presa ao pânico, seus escassos movimentos eram calculados no compasso do silêncio do inimigo.
"... era muito tarde, ao redor das 2:00 da madrugada, quando os hutus voltaram. Se encontravam alguém com vida, esmagavam sua cabeça com pedras. Vi como golpeavam -uma contra outra- as cabeças de dois irmãos conhecidos até sua morte. Um deles calcou minha cabeça. Agitou seu pé para ver se eu estava viva. Disse, 'Esta tá morta', e se foi. Vivi entre os mortos por um longo tempo. Pela noite, os cães vinham comer os corpos. Uma vez notei que um cão estava comendo alguém do meu lado. Atirei-lhe algo e fugiu enquanto os soldados vigiavam o perímetro para que ninguém escapasse. Escondi-me em uma dependência menor e com menor número de cadáveres. Ali foi onde cochilei e aguentei durante 43 dias." - Valentina Iribagiza
Valentina passou sua quarentena mais difícil entre cadáveres, amparada pela morte que tanto temia. Seu refúgio e sua defesa eram os corpos putrefatos de toda a comunidade junto a qual ela tinha crescido e a que seguia vendo dia a dia, mas agora com as pálpebras fechadas para sempre.

Seu corpo, maltratado a golpes e feridas (mal podia se arrastar), estava se descompondo em vida, infestando-se de larvas, piolhos e toda a ferrugem que precede a morte. Com muita dignidade e consciência, esperava o espreito da mais temido das passagens; afinal de contas nada poderia ser pior que aquele inferno. Consolava-se.
Na manhã do quadragésimo terceiro dia um soldado da "Interahamwe" entrou na igreja e topou, em um descuido, com uma Valentina viva, mas semi-consciente e abatida. Levantou-a com uma mão só e disse: "Chegou tua hora. Vou enforcar você e deixá-la no mesmo lugar". O único resquício de sorte na vida de Valentina ocorreu quando mais precisava. Um grupo de militantes do FPR, acompanhados de um soldado francês, interrompeu a manobra do selvagem e resgatou à menina de sua última batalha com a morte. Levaram Valentina a Kibungo, onde passou mais de seis meses no hospital se recuperando das terríveis feridas.
Valente Valentina!

A Spring Airlines vai oferecer, no final deste ano, passagens aéreas onde os passageiros ficarão de pé (estilo busão mesmo). A empresa está negociando com a Airbus a adaptação de aviões para passageiros de pé, que iriam amarrados pela cintura. A Airbus considera que a ideia é segura.
Um porta voz da Spring diz que a empresa não está conseguindo atender a demanda atual de passageiros:
- "O processo de fabricação de um avião é muito longo. Encomendamos mais 14 aeronaves que estarão disponíveis só no final do ano que vem. Tentar alugar um avião é ainda pior, pois o processo pode se alongar cinco anos", afirmou Zhang Wuan.
O avião "de pé" permitiria acomodar 40% de passageiros a mais que um tradicional, o que repercute em 20% de poupança nos custos operacionais da linha e uma proporcional baixa nas tarifas dos passageiros.
O projeto está à espera da aprovação das autoridades chinesas, algo que não deverá surtir problema, já que o mentor da ideia é o vice-presidente do governo chinês, Zhang Dejiang, que sugeriu que "por um preço mais baixo, os passageiros poderiam pegar um avião assim como quem pega um ônibus: sem assento, sem bagagem, nem comida, nem água, mas muito adequado".
Imagino que o uso do mictório será pago. ![]()

A dica foi do emedigueano Renato Bicalho (anda meio sumido). Trata-se do virtuoso Sungha Jung, um sul-coreano que "arrebenta" nas suas performances ao violão. A sugestão era com o pequeno Sungha tocando Billie Jean, mas como todos devem estar até as tampas com o efeito "Michael Jackson died", escolhi aleatóriamente já que qualquer vídeo de Sungha no Youtube é um show.