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Comentários

Elias blade em 20 de fevereiro de 2012 às 14:52:35»
Nd cmo aprender um pouco de tudo, e nas hrs de maior sufoco...bang, la esta a informação q vc nem se lembrava de ter lido, a mente é formidavel
ana ilda em 05 de maio de 2011 às 14:55:02»
oi gente
Viscount Des Schwarzen Goldes em 02 de março de 2011 às 23:02:56»
É melhor saber poucas bem, do que muitas coisas mal.
Alan em 10 de fevereiro de 2011 às 12:10:51»
é nois no tibia \o/
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DanielWaos em 09 de fevereiro de 2011 às 14:30:30»
Como disse o Luiz Felipe é besteira aprender coisas que não vai usar, pelo menos em alguns casos específicos, e dentre esses eu citaria CURSOS DE OUTRAS LINGUAS, e FACULDADE, dentro de um contexto é claro, por exemplo o indivíduo ama música, e faz uma facul de odontologia eek , o cara respira internet e se forma em agronomia, minha irmã fez um curso nessas escolinhas da vida ai, saiu quase 2 mil reais que minha mãe paga até hoje, hardware, world, excel, turismo, powerpoint e internet!?!., resultado hoje ela entende tanto de pc que meu irmão de 12 anos é quem resolve os problemas que dá la em casa, uma vez que não moro com minha mãe, e a tanto tempo eu falava, é perca de tempo, de dinheiro, você não liga para computador, a não ser (orkut, msn, facebook) e para isso não precisava gastar dinheiro atoa. escrevi tudo isso para exemplificar, assim como também não acho que valha a pena o sujeito cursar uma faculdade que não gosta, de um campo pelo qual não se interessa. Só ter o diploma naõ resolve e é uma das causas de ter tantas pessoas formadas que não atuam nas áreas em que se formaram, as vezes nem é falta de oportunidade é desgosto mesmo. Então acho que se for para se dedicar a algo, que seja algo que você realmente goste, ou como diz o ditado, algo que até de graça você faria....eu só descobri um trabalho descente e que ganho razoávelmente bem e tenho muito tempo para ficar aqui no mdig, e jogando on-line, sem patrão e chefe para me perturbar, quando decididamente, desisti de procurar um serviço e arranjei um lugar agradável para ficar e fazer o que gostava (jogar tibia e ficar na internet), jogar...nem tenho tempo mais, na internet ainda fico, mas de brinde pela minha atitude, ganhei o serviço, se é que o posso chamar assim, ou como uma outra frase que para mim faz bastante sentido: quem faz o que gosta, não precisa trabalhar. sha
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Thor em 09 de fevereiro de 2011 às 08:47:09»
Eu faço a seleção de informações. No caso do mdig, só leio aquilo que eu acho interessante e útil (por isso nem comento em todos os artigos)
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Tyr em 09 de fevereiro de 2011 às 07:40:32»
Que eu li a matéria inteira, afim de obter informações!
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Luiz Felipe em 09 de fevereiro de 2011 às 03:58:43»
Psicologicamente não sei o que levou esse psicologo a dizer que o cerebro não deduz o que é importante.
Mas ja ouvi falar de estudos que diziam que o cerebro usa o seus sistema de emoções para ponderar o que é importante.
Por isso as pessoas dificilmente se lembram do que não gostam em relação ao gostam.
Claro que o ser humano é um ser compulsivo, qualquer coisa já suficiente para ele querer sem fim. Seja um numero de pontos num jogo de videogame, o numero de posts num forum, a quantidade de bens materiais, dinheiro, comida, sexo, velocidade (adrenalina), qualquer coisa pode virar compulsão e a pessoa tem que conseguir cada vez mais daquilo. O cerebro pode se "viciar" em qualquer coisa que lhe de uma satisfação, e informações não seria diferente.
Quanto a importancia das informações, é relativo, no meu caso o que mais tem de informação é sobre computadores, ja que tenho um conhecimento abrangente em varias areas e especialista em algumas areas.
São pilhas de informação, posso descrever como funcionam os protocolos da internet, o processador, um banco de dados, softwares, sistemas operacionais, inclusive como funcionam os minimos detalhes das 5 linguagues de programação que mais uso.
Tambem tenho uma quantidade enorme de informações sobre jogos, já que é meu hobby, e isso com certeza é considerado lixo pelas pessoas, ja que jogo não gera dinheiro (ainda é forte esse preconceito).
Porem fora disso é muito lixo, se é que filmes, estorias, coisas de uso social e qualquer coisa não relacionada ao trabalho pode ser chamada de lixo.
Talvez Sherlock tenha razao, se não te ajuda no seu trabalho e voce não gosta, então é lixo.
Assim como toda a gramatica do portugues é praticamente lixo para mim, não sei o que é uma crase, para que saber disso, não sou escritor.
As pessoas não são burras, elas entenderiam esse texto, mesmo se eu rancasse todos os pontos e espaços, mesmo se eu invertesse todas as letras menos a primeira e a ultima, para que exigir uma conversão de comportamento idiota. Portanto, conhecimento inutel.
E mais, como diria Einstein, não coloco no meu cerebro o que pode ficar em livros, ou hoje em dia, na internet.
Habilidade e conhecimento é importante, informação e dados são lixo e são coisas para computadores triturar e processar, não para uma maquina tão refinada quanto o cerebro humano.
Quanto ao cerebro encher, acho isso duvidoso, ele é muito potente e armazena tudo como relação ao que ele ja conhece, é uma compressão muito forte.
Segundo alguns estudos da Neurologia, o cerebro aprende atraves da criação de uma conexao sinaptica nova, logo fisicamente talvez exista algum limite de conexões, mas deve ser absurdamente alto, e o que não é usado é desfeito, por isso esquecemos daquelas coisas inuteis da escola com portugues, geografia, historia, gramatica, literatura, no meu caso tudo isso esqueci porque não me serve no meu trabalho.
Então mesmo que seu cerebro não encha e seja ilimitado, se voce colocou lixo nele, perdeu algo mais importante, pois o cerebro esquece se voce não usar mais para nada, mas o tempo que voce gastou nunca mais volta.
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guizul em 09 de fevereiro de 2011 às 02:48:39»
Leia e assista o que quiser, absorva o que lhe for convenientemente util. Livros, revistas, jornais, filmes, séries, animes, quadrinhos, tirinhas, conversar com alguém experiênte ou nem tanto, não importa como simplesmente aprenda coisas novas e não se esqueça das coisas antigas. wink
Loira inteligente em 08 de fevereiro de 2011 às 22:34:37»
Como devoradora de livros, mas muito seletiva a internet não me causa problemas. Se o assunto não me interessa, desprezo e sigo em frente. Me policio bastante para não ser dominada pela facilidade da net. Ainda prefiro um bom livro.
É difícil não ler quando se vê letras na frente. Por isso é tão importante selecionar para evitar a perda de tempo. Também retenho apenas informação "utilizável".
joao francisco em 08 de fevereiro de 2011 às 20:22:04»
A leitura pronta sacia nossa sede por descobrir, encontramos tão facilmente a informação que ficamos com a primeira que nos é apresentada o que não nos permite duvidar e duvidar é a matéria prima de toda a sabedoria, e apesar do google nos apresentar milhares de informações a respeito de um assunto numca passamos da primeira página, santa wikipédia que não permite aos ignorantes navegar no oceano do google a deriva...
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revolt4d4 em 08 de fevereiro de 2011 às 18:47:09»
É por isso que sempre leio o mdig. wink
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Lucy em 08 de fevereiro de 2011 às 18:09:59»
eu gosto de ler tudo na internet, principalmente coisas inuteis, mas kuando um assunto mi atrai eu leio todinho mesmo ki seja um enorme texto wink
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Samuk em 08 de fevereiro de 2011 às 17:30:02»
surprised
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Alucard em 08 de fevereiro de 2011 às 16:56:01»
Há uma tendência da crença de que "quanto menos ignorantes (na maioria dos assuntos possíveis) formos, mais nobres seremos (intelectualmente)". Isto nos leva a triar cada vez menos as informações!

Pensando de outra forma, também há aqueles que triam as informações que, de fato, são importantes a si mesmos, achando que NINGUÉM deveria, jamais, ser ignorante acerca das mesmas. (uma forma de auto-enaltecimento, hipoteticamente). Isto faz com que haja cada vez menos a seleção de informações dentro do assunto em questão, ao mesmo tempo em que há a tendência de grande ignorância a respeito de outros assuntos.

Não estou certo se há uma ligação entre a falta de empenho em utilizarmos a reflexão e a tendência das "crenças" referidas.

De qualquer forma, não deixo de acreditar que, seja qual for o preconceito (ser ignorante em nada, ou ser ignorante só ao que não convém), há perdas e ganhos, pois, julgo interessante ponderar novos caminhos, os quais, potencialmente, estão a nos apresentar novos objetos de simpatia; ao mesmo tempo em que julgo interessante focalizar as forças a determinados conhecimentos, já conhecidos de afinidade.
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Moonwalker em 08 de fevereiro de 2011 às 16:04:44»
Diante de tão intrincado estudo, resta-me apenas dizer que o fato de os nossos antepassados mais dados à informação terem disseminado seus genes em maior quantidade está intimamente atrelado às descobertas interessantes que fizeram enquanto disseminavam seus genes por aí...
No mais, também acho que tenho um conhecimento razoável de coisas que não servem para nada. Por exemplo, latim. O que sei serve apenas para dizer que latim meo caraleo est...
E como podem ver no meu perfil, sei bastante sobre coisas inúteis, e pouco sobre coisas importantes...
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FelipeTonis em 08 de fevereiro de 2011 às 15:35:23»
Eu leio toda hora coisas novas,principalmente nos blog que costumo frequentar!Sempre com noticias novas e tals....mais meus favoritos so tem coisa que nao presta.
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LucianoBlues em 08 de fevereiro de 2011 às 15:24:59»
Avidez por conhecimento acho que as pessoas têm em vários graus. Eu acredito que quanto mais conhecimentos gerais, mais uma pessoa pode reagir a qualquer situação.

Hoje em dia muitas fontes misturam conhecimento, através de paráfrases, paródias, citações, influências, apropriação enfim... toda a sorte de referências que facilitam mais a compreensão por quem as tem.

Um exemplo um tanto besta: uma vez tive aula de anatomia humana, mais especificamente do aparelho fonador, e a bolsista que estava mexendo no cadáver doado não soube explicar como as pregas vocais funcionavam.

Do nada (era novidade para mim), lembrei de quando enchemos uma bexiga e manuseamos seu 'gargalo' pra ela ficar assoviando enquanto esvazia e falei isso. Acertei na mosca.

Talvez a questão não esteja no tanto de informações que o cérebro pode armazenar, mas em como treinamos nossas reações para resolver os problemas e situações que a vida nos apresenta, nos baseando justamente nestes conhecimentos acumulados.
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Nana em 08 de fevereiro de 2011 às 14:57:16»
ICTUS virou índio dessa tribo?
Jalin Habei em 08 de fevereiro de 2011 às 14:36:11»
é BEM melhor ler um livro
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Evandro Eloy em 08 de fevereiro de 2011 às 14:30:33»
Eu sou da base do que "guarda o que não presta...tem o que precisa"
Ou citando alguém mais inspirado: "provai de tudo, retém o que é bom!"
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LucianoBlues em 08 de fevereiro de 2011 às 14:25:44»
droga
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ICTUS em 08 de fevereiro de 2011 às 14:25:35»
Motumbo Wins!