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Comentários

Página 1 de 2 (55 comentários)
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Edgar Rocha em 15 de janeiro de 2013 às 20:28:51»
Marcelo????? Eu pensei que era Tião!kkkkkkk
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msp1500 em 15 de janeiro de 2013 às 17:59:01»
Muito legal essa seleção. Tem uns realmente interessamtíssimos.
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Tyr em 15 de janeiro de 2013 às 02:15:04»
Era pra tanto?
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Redação em 14 de janeiro de 2013 às 20:45:21»
Que tal usar teu senso de humor e não ultrapassar teu limite sem prejudicar o bom andamento do MDig? Porra cara! Quanto tempo você está aí andando pela Rede para continuar com estas picuinhas?

Eu não posso e nem vou discutir com o PH, como parece ser o seu desejo, porque ele sempre é respeitoso até ser citado e, no mais, tem o costume de argumentar ainda que seja agudo na argumentação.

Com todo o respeito e sem querer insultar, tenho que dizer que você está se tornado àquelas tolas crias do OC (toc toc toc), que andam aí pela rede arrumando confusão e se achando os reis da verdade. Você é melhor que isso Marcelo, não vá cair nesta esparrela, porque o resultado todos nós sabemos.

A questão aqui deixou de ser ideológica para ser pessoal e não dá para permitir que isso prossiga assim.

Por favor, pega leve! Ficaria muito agradecido que tratasse o blog com o mesmo respeito que eu dedico a todas as pessoa que aqui frequentam.

Abraços fraternos!
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Tyr em 14 de janeiro de 2013 às 20:11:31»
Pois é Luis, não tenho culpa de ter senso de humor e não ter ultrapassado limite algum.
O link não é meu.
Era ou não pra comentar?
Agora, falando sério, tem um comentário logo abaixo que ficou á perfeição; Basta colocar o dedo na ferida que o pessoal se dói mesmo. Se só eu vi, me perdoem, não tenho pensamento-não-linear. Defeito de família! Devem ser os ovos que minha mãe poem. mrgreen
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Redação em 14 de janeiro de 2013 às 19:49:52»
Pois é Marcelo. Tomara que, além da diversão, também tenha finalmente aprendido com o episódio a tomar tenência em não ficar provocando outras pessoas no blog.

Abraços fraternos.
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Tyr em 14 de janeiro de 2013 às 18:44:54»
Link 31 - Me diverti à rodo!
Sem mais,
p.t. saudações.
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Marya em 14 de janeiro de 2013 às 12:59:12»
Luisão, que legal, vc pensa como nós... só que a notícia não me provocou melindres e sim muitas gargalhadas.
Nossa, eu ri tanto neste sábado... mrgreen
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Politico Honesto em 14 de janeiro de 2013 às 11:48:56»
Pessoas com baixa autoestima, que se sentem inferiores àqueles que pensam de um modo contrário ao seu, ou mesmo ofendidas, vêem em situações inusitadas "brechas", oportunidades para descontar seus ressentimentos, como uma forma de revide, na tentativa de se sentirem superiores aos mesmos. Como você mesmo já reparou e até comentou em alguns posts, Admin, a simples declaração de alguém como ateu é suficiente para que alguns crentes fanáticos se sintam incomodados e despejem todo tipo de comentário barato.
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revolt4d4 em 14 de janeiro de 2013 às 11:20:21»
Simples: Sarna pra se coçar.
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Redação em 14 de janeiro de 2013 às 11:09:00»
Pelo que li a en passant, achei a ideia meio boba, não vejo a necessidade de um templo para discussões comuns ao ateísmo, isso pode ser feito em qualquer lugar, inclusive em um blog mrgreen . Mas há que lembrar que pessoas com propósito comum se reúnem provavelmente desde que o homem é homem, em agremiações das mais diversas possíveis. No caso específico, dois comediantes decidiram criar um templo, que a mídia chamou apelativamente de "igreja" para evidentemente despertar melindres, de forma que algumas pessoas tenham o que criticar, sem mergulhar no amago da questão. Isso não marca uma tendência, não mostra um Waldemiro ou um Edir Macedo ou um padre pedófilo de uma instituição consagrada, mostra apenas a ideia de duas pessoas. Não entendi o motivo de tanta polêmica e de tanta discussão.
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revolt4d4 em 13 de janeiro de 2013 às 20:17:37»
Esqueci de comprar a pipoca, vale biscoito?
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Moonwalker em 13 de janeiro de 2013 às 20:02:34»
Entendi, PH... Então nesse caso faz sentido. Eu estava errado.
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Marya em 13 de janeiro de 2013 às 19:28:36»
Problem nenhum xandy46, vc acredita ( ou deixa de acreditar ) no que quiser, eu simplesmente disse que são bobagens para vc, para a grande maioria das pessoas não são bobagens.
Quanto a me ofender, se vc acha que discutir um assunto significa ofender, então eu agradeço por não discutir comigo, porque eu não costumo ofender os outros, e aí eu ficaria em desvantagem.
Um bom fim de domingo para vc.
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xandy46 em 13 de janeiro de 2013 às 19:17:02»
Sim Maria, para mim são grandes bobagens. Problem? mrgreen Porém não vou discutir religião com você, porque não quero de forma alguma ofendê-la e isto seria muito fácil se prolongasse a discussão pois seu senso de argumentação é de um carolismo que dói.
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Politico Honesto em 13 de janeiro de 2013 às 19:04:23»
Talvez os contos mitológicos presentes num livro de fábulas não sejam bobagens (afinal, foram criados para entretenimento), mas tomá-los como regras inquestionáveis para viver, sem ao menos compreendê-los em sua real essência, com senso crítico, e ainda tentar impor seus parâmetros às demais pessoas, mais que bobagem, são atos de clara ignorância.
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Marya em 13 de janeiro de 2013 às 18:50:57»
Bobagens só se forem pra vc xandy46
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xandy46 em 13 de janeiro de 2013 às 18:40:49»
Pra que tanto celeuma com a opinião de dois comediantes? O que é que tem demais pessoas com pensamento comum se reunirem em um templo, bar, clube ou qualquer que seja?

Comédia como racionalizaram o uso da palavra "igreja" e não racionalizam as bobagens escritas em um certo livro, enfim...
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Firelow em 13 de janeiro de 2013 às 16:16:04»
Ah, não, pera, isso era de outra matéria naquele site.
É, mas podem copiar essa ideia também.
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Firelow em 13 de janeiro de 2013 às 16:15:36»
Tyr - Vão realizar desbatismos.
Sério, com um secador de cabelo.
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100Nossao em 13 de janeiro de 2013 às 15:14:58»
Tyr, você é muito bom quando quer argumentar, mas é melhor quando quer ser chato e inconveniente. Infelizmente sempre prefere o segundo. Comentário deletado e contando...
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Marya em 13 de janeiro de 2013 às 14:39:51»
Assim poderiam se reunir para trocar idéias, fazer palestras, jogar xadrez... e coisas assim
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Marya em 13 de janeiro de 2013 às 14:39:17»
Não seria mais certo então eles abrirem um clube?
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Politico Honesto em 13 de janeiro de 2013 às 14:33:54»
Pulguento, a proposta por trás da criação de templos para ateus seria demonstrar que os mesmos não são exclusivos dos crentes e que sua finalidade não é apenas orar/adorar a uma divindade (o que englobaria essa ideia de ridicularizar o "monopólio" religioso de muitas coisas, que eu mencionei). Não sei se esse é, de fato, o real objetivo do autor desse projeto, mas é uma proposta que guarda similaridades com as outras manifestações "religiosas" ateístas.

O fato de um ateu ir a uma igreja não significa que ele acredita em deuses, pois já vi ateus se casando numa por simplesmente gostarem da cerimônia, sem dar a mínima importância para divindades (afinal, casamento representa uma união, que independe de crenças e deuses). Se seguíssemos essa lógica, cristãos não leriam livros sobre o Islamismo, budistas não poderiam ter interesse na Bíblia e ateus não poderiam ler livros de mitologia nenhuma – cristã, islã, nórdica, grega e qualquer outra. Ainda, cristãos não se tornam judeus pelo simples fato de irem a uma sinagoga. Sou agnóstico e gosto de ler sobre mitologias, ciente de que suas histórias nada mais são que contos mitológicos.

Como eu disse num de meus comentários abaixo, ateus se dividem em relação a essas manifestações: alguns são neutros, outros são a favor e boa parte é contra. Só porque um grupo de ateus resolve iniciar um projeto desses, não quer dizer que todos o apoiam.
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Marya em 13 de janeiro de 2013 às 13:42:37»
Pois eu acho que Deus está na igreja sim.
Está no altar da igreja católica, na hóstia consagrada, que se torna o Corpo de Cristo.
E está no vinho consagrado, que se torna o Sangue de Cristo.
E está em toda a igreja, quando os fiéis reunidos rezam o Pai Nosso e outras orações, pois Jesus disse: - "Onde estiverem duas ou mais pessoas reunidas em meu nome, aí eu estarei".
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Moonwalker em 13 de janeiro de 2013 às 13:03:17»
E só para constar, eu não estou ridicularizando o que eu acredito quando critico a ideia de uma igreja ateísta, porque eu vou em um templo acreditando que isso me aproxima de Deus. No oposto, por que eu iria em uma igreja se eu não acreditasse que lá há algo maior? Do jeito que eu gosto de dormir, com certeza iria preferir ficar em casa.
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Moonwalker em 13 de janeiro de 2013 às 12:56:10»
Então, PH... Comentei com um pouco de sarcasmo sobre os ateus frequentarem uma Igreja, sem muita intenção de criar polêmica, mas sabendo que isso poderia acontecer. O que eu acho é que não faz sentido um ateu frequentar um templo. Seria uma religionização, algo obviamente desnecessário para quem julga a fé como perda de tempo. Se eu fosse ateu, não iria gostar da ideia.
Agora, sobre o link que fala sobre satisfação sexual, eu tenho uma teoria: deve ser porque se você não segue uma norma a respeito do sexo, pode se considerar livre para fazer o que quiser. Por outro lado, creio que se há uma restrição caso você acredite assim, com certeza vai aprender a tirar proveito de outra forma. Sexo não é pecado. Ao contrário, se sentimos prazer com isso, é porque fomos criados assim.
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Tyr em 13 de janeiro de 2013 às 10:56:36»
Edgar
Belezera. Estava lendo uns postulados de física.
Coisa fina.
Edgar Rocha em 13 de janeiro de 2013 às 01:52:28»
É isso aí. Além, claro de ser um dos primeiros a conferir ao ser humano alguma dignidade além da condição de vil criatura inferior ao divino. Tentou assim restabelecer a dignidade humana. O que é muito em termos de Idade Média. Ele abriu assim as portas pro pensamento que floreceria no Renascimento. Tudo bem, o homem não é o centro de nada. Mas também não é um lixo desprezível cuja carne só fazia sentido como instrumento de tortura e provação para se chegar ao céu. Devemos o rompimento com isto a ele. Tava quieto, Tyr. Beleza?
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Tyr em 13 de janeiro de 2013 às 00:45:56»
Aquino antes de qualquer coisa era excelente filósofo e discorria muito bem sobre a grandeza do pensamento humano e sua relação com a vida e seus afazeres (apesar de ser gordo pra cacete e nem sair do seu quarto)

O que isso tem a ver com a conversa logo abaixo? Simples, na pratica ele não cria em veleidades/deuses mas acreditava que existe alguma forma de vida/conciencia que nos guia.

Como ele virou santo é que nem imagino.
Edgar Rocha em 13 de janeiro de 2013 às 00:34:17»
Mesmo assim, mais adequado falar "suma". Pedante falar disso, mas não gosto de erros.
Edgar Rocha em 13 de janeiro de 2013 às 00:18:13»
Súmula, súmula teológica... Ô meu Ateus!
Edgar Rocha em 13 de janeiro de 2013 às 00:17:10»
Se considerar percentagem, sim, há menos. Mas o impacto causado ainda é grande. Quanto à militância, Deus (!) nos livre. rsrsrs Um parênteses: nossa conversa tá parecendo a súmua teológica de São Tomás de Aquino (rsrsrs). Processo dialético idêntico: tese, antítese, síntese... Praetera... (ironia boba, mas faz algum sentido: nem tudo foi trevas, pelo menos houve alguma tentativa de pensamento na I.M.)
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Politico Honesto em 12 de janeiro de 2013 às 23:45:34»
"E, se você acha que o fator medo não tem hoje tanto peso, lembre dos evangélicos e das vertentes que exigem o dízimo: possessões demoníacas, exorcismo, coação moral de todo tipo, exclusão... bem vindo à Idade Média!"

Com "peso", quis me referir à percentagem presencial, nas crenças: são indiscutíveis essas pressões que citou, mas nem todas as religiões/crenças se utilizam delas, hoje em dia; algumas, como o budismo, se desenvolveram e ainda se mantêm focadas com base em ensinamentos, a tal sabedoria filosófica que mencionou.
Hoje, com uma aquisição maior de conhecimento, o medo que atua como alicerce de algumas ideologias (como a de muitos evangélicos), embora presente, não é tão impactante como no período de "trevas".
Também tenho conhecimento a respeito do poder gerado pelo misticismo que foi anterior à Idade Média (as mitologias europeias, por exemplo, que também contavam com o fator medo, como um de seus alicerces).

"Um movimento só faz sentido se for um processo natural e espontâneo. Quando organizado de forma a criar lideranças, formas pessoas para uma nova ideologia, ou almejar a tomada de poder de alguma forma, perde o valor e a perspectiva."

O que remeteria ao ateísmo militante – defendido por alguns e criticado por outros.
Edgar Rocha em 12 de janeiro de 2013 às 23:23:03»
Pelos erros de digitação desculpe-me. Precipitado hoje estou. paciência hoje pra revisar não tenho.... Valei-me, mestre Yoda!
Edgar Rocha em 12 de janeiro de 2013 às 23:19:15»
Enfim. Não discordamos muito quanto a este tema. Mas, voltando ao tema da Igreja de ateus, pode-se perceber como qualquer ideologia pode ser cooptada para a busca de poder institucional. Sabemos quando há caroço no angu justamente quando os lados opostos utilizam das mesmas armas. Um movimento só faz sentido se for um processo natural e espontâneo. Quando organizado de forma a criar lideranças, formas pessoas para uma nova ideologia, ou almejar a tomada de poder de alguma forma, perde o valor e a perspectiva. Seja na fé, na política, na vida social, ideologia são assim mesmo: têm prazo de validade. A grande verdade é que há os que querem bem viver e os que querem bem poder. Liberdade e poder são antagônicos. Mesmo a liberdade de pensamento.
Edgar Rocha em 12 de janeiro de 2013 às 23:12:45»
Já havia rolando muita coisa antes da Idade Média, PH. Outras experiências religiosas (cristãs ou não) carregavem princípios de sabedoria filosófica inquestionáveis. Mesmo no cristianismo, sabemos que o medo é uma opção institucional. Vide o período de João XXIII. Foi bem liberal e resgatou muitos valores antes distorcidos. Vale lembrar, este período coincide com a revolução cultural dos anos 60 e 70. E, se você acha que o fator medo não tem hoje tanto peso, lembre dos evangélicos e das vertentes que exigem o dízimo: possessões demoníacas, exorcismo, coação moral de todo tipo, exclusão... bem vindo à Idade Média!
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Politico Honesto em 12 de janeiro de 2013 às 23:06:41»
"Como já falei em outros posts, acredito que a institucionalização da fé é o gerador deste princípio de manipulação religiosa."

Concordo, assim como também penso que os males das crenças – seja no que for – têm início com a sua exteriorização e institucionalização, o que leva a um choque de ideologias.

O fator medo não tem o mesmo peso, atualmente, mas não podemos ignorar que ele foi um dos principais propulsores nos primórdios das religiões, como na Idade Média.
Edgar Rocha em 12 de janeiro de 2013 às 22:47:29»
Eu não vejo um sistema de crenças necessariamente como uma forma de controle pelo medo. Medos são coletivos e reais. Eles induzem as sociedades a uma percepção mística muitas vezes. Mas, este não é o único motor que conduz a um sistema de crenças. Talvez nem seja o mais importante. Como já falei em outros posts, acredito que a institucionalização da fé é o gerador deste princípio de manipulação religiosa. Conheci um senhor uma vez que era pajé da tribo dos terenas. Uma pessoa muitíssimo bem intencionada que foi um grande amigo ao recolher os remédios necessários para o tratamento de um irmão intoxicado por antidepressivos, indicados pelo médico da empresa onde trabalhava. Quem o curou foi um médico chinês que fez um trabalho de desintoxicação baseado em ervas medicinais. Quem encontrava as ervas e as trazia para meu irmão era este senhor terena. Sou-lhe muito grato e um admirador de seu conhecimento sobre a medicina tradicional. Meu irmão foi curado. Trocou toda a pele do corpo, já que as toxinas, segundo o médico, seriam retiradas pelo suor. Deu certo. Para o chinês e para o terena, embora não deixem de aplicar a medicina ocidental, não há distinção entre o conhecimento tradicional e o ocidental. A fé está sim, misturada nisto tudo e não podemos negar que é o sistema de crenças que impulsiona a busca por este conhecimento entre estas sociedade. Há picaretagem e charlatanismo em igual nível em relação ao ocidente. Mas, temos que separar as coisas.
Edgar Rocha em 12 de janeiro de 2013 às 22:26:13»
"Passaram a ser vergonhosas". Ê concordância. Internet mata língua. Foi mal.
Edgar Rocha em 12 de janeiro de 2013 às 22:24:21»
Da forma que você falou, não me pareceu necessariamente uma "frente de ataque". Deve haver vertentes mais radicais antirreligiosas, mas quando se assume uma postura de contraposição nem sempre é algo baseado em antagonismo. A parte criticada também sai ganhando e muito, com uma forçosa revisão de valores e autoavaliação. Os hippies, por exemplo criticaram tanto a moralidade vigente, no tocante às relações interculturais e sexuais que acabaram por forçar uma mudança categórica nos valores (ao menos no âmbito do discurso, o que já é um começo, né?). Passou a ser vergonhosa certas posturas como o autoritarismo familiar ou da Igreja. Nesta avalanche veio uma série de mudanças inevitáveis que, hoje, tem sido amplamente questionadas num movimento que alguns chamam de reacionário, mas que de certa forma, apara as arestas do que foi construído pelos anos 60 e 70. Muita coisa foi distorcida e precisa ser revista.
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Politico Honesto em 12 de janeiro de 2013 às 21:58:04»
Edgar, a maioria dos ateus assume a postura de neutralidade (o que nós, agnósticos, fazemos), mas uma parcela pensa que isso não é o bastante para que conquistem "igualdade" perante os crentes (o preconceito contra ateus existe e, por causa dele, muitos preferem manter sigilo sobre sua descrença). O resultado é essa "frente de ataque", caracterizada por essas manifestações que citei, além de outras, mais radicais.

A religião é, provavelmente, a forma de controle e manipulação mais antiga da humanidade; funciona através do medo do desconhecido. Um exemplo simples são aquelas estórias que giram em torno de alguma cultura isolada do resto da humanidade cuja população venera a algum deus/espírito e as mensagens deste são interpretadas por um representante (geralmente, o líder da comunidade) – a política de controle através do medo está presente: se a vontade do deus/espírito não for satisfeita, a população sofrerá sua ira. Aí, entra um ponto que muitos acham engraçado: crentes das principais religiões do mundo não acreditam na existência de tais deuses/espíritos e ridicularizam essa política de controle do medo – comportam-se exatamente como os ateus, segundo sua concepção – e não notam que os mesmos elementos originaram sua religião. A pessoa (ou o grupo de pessoas) que imaginou a primeira divindade e inventou esse sistema de controle e manipulação foi realmente esperta. Se ainda estivesse com vida, nos dias de hoje, e recebesse pelos direitos autorais de sua criação, seria, disparadamente, a pessoa mais rica do planeta.

Os tempos mudaram, o número de adeptos a religiões diminuiu, mas estas ainda oprimem boa parte da população, como o tal preconceito contra ateus que citei; por isso tais manifestações, como uma forma de combate a esse sistema.
Edgar Rocha em 12 de janeiro de 2013 às 21:51:16»
PH, você parece definir uma espécie de jogo de contra-cultura. É um bom sinal isto, não? Mas, é difícil a sociedade pegar o fio da meada de um movimento destes (involuntário ou não). Mas, depois que começa, ninguém sai incólume. Ex. hippies, punks, tropicalistas... Pena que logo são absorvidos e se tornam moda, perdendo bastante do requinte e dos princípios. Tem um cara chamado José Miguel Wisnik (acho que é assim que se escreve). É um acadêmico e compositor. Fez um trabalho interessante chamado "História Social do Rock". Acho que o que ele fala se aplica a este tipo de movimento.
Edgar Rocha em 12 de janeiro de 2013 às 21:45:43»
O post 43 é bem legal também. Cada bicho incrível... Coisa mais legal. Tem um que parece um disco voador vermelho...
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Politico Honesto em 12 de janeiro de 2013 às 21:40:12»
Manifestações "religiosas" dentro do ateísmo já existem há algum tempo, essa igreja não é a primeira: projetos de feriados "religiosos" para ateus, criação de religiões ateístas com um alvo de devoção escolhido "ao acaso", atividades "religiosas" em acampamentos (procurar pelo unicórnio rosa onipotente que só pode ser encontrado pela fé, não pela lógica), "canonização" de objetos de uso cotidiano, direito "religioso" (assegurado pela lei) de usar objetos esquisitos sobre a cabeça, como forma de "costume religioso" e até a projeção de templos para ateus. Todas essas manifestações tinham algo em comum: passavam a ideia de que determinadas características não são exclusivas das religiões e do quão ridículas (aos olhos de muitos) são muitas atividades religiosas.

Irônico, mas aqueles que ridicularizam tais manifestações ateístas estão, na realidade, ridicularizando os próprios costumes religiosos, e nem se dão conta disso – isso, inclusive, já foi citado aqui no blog, em algumas discussões.
Edgar Rocha em 12 de janeiro de 2013 às 21:39:16»
Pelo que deu pra entender, a Igreja é mais pra criar uma experiência comunitária pros ateus do que realmente ser uma igreja. Só lamento os ingleses estarem tão sem referências e tão sem criatividade pra isto. Lembram daquele post em que as pessoas se reuniam pra se abraçarem? Perderam o traquejo nas relações e não sabem como readquiri-lo (se é que algum dia tiveram). Ao menos estão tentando. Força England!!! Vão lá e dêem uns "chega-cá-gerarda" na Rainha!!! Depois vão na Igreja celebrar o...o... ah, sei lá!
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pc em 12 de janeiro de 2013 às 18:56:59»
Será cômico senão ´trágico uma "igreja" para ateus.....Isso é o cúmulo do humor.... fool
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Politico Honesto em 12 de janeiro de 2013 às 17:29:10»
Link 44: Obviamente, não dá para generalizar, mas concordo com o estudo. Pelo menos nas garotas que conheci/com quem me relacionei, o nível de rigidez para relacionamentos era proporcional ao nível de religiosidade. Quando o maior objetivo é respeitar "dogmas", a satisfação do prazer fica em segundo plano.
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Angelina em 12 de janeiro de 2013 às 17:18:34»
4- Doctor Who. wink

31- Oh, mas que engraçado. Os criadores são comediantes.
Extremos nuca são bons
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Tyr em 12 de janeiro de 2013 às 15:36:13»
Impossível não comentar.
"Igreja" ateísta?
A acepção da palavra remete á "Casa de Deus".
Só falta dizer agora que também vão realizar batizados pra esse povo.
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