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Comentários

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Politico Honesto em 28 de março de 2013 às 20:47:36»
O ser humano é complexo e, consequentemente, seus conceitos também são. V
Jonathan em 07 de fevereiro de 2013 às 14:58:16»
Não existe "bom" ou "mau", o que eu faço de "bom", pode ser considerado "mau" para outra cultura, assim fica difícil né?
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Angelina em 30 de janeiro de 2013 às 19:01:12»
Isso, não existe só o bom ou só o mal, o humano é...
Circular.
Headbanger em 29 de janeiro de 2013 às 16:51:44»
MSP1500 falou tudo!!!!!!!!!!!
Edgarr Rocha em 29 de janeiro de 2013 às 16:48:24»
Acho que o problema está na ausência ou inoperância destes mecanismos de controle dos meios repressivos. Além do que, nossa lei é por demais volátil e relativista a ponto de não deixar outra alternativa aos que se sentem oprimidos pela arbitrariedade dos agentes públicos senão o confronto direto ou a associação a coletivos que, podem ser até representativos de setores da sociedade, mas estão dentro do contexto atual, que coloca o poder de fogo acima da presunção legal do direito e do dever de se cumprir a lei. Um cidadão sozinho ou com baixa "representatividade", não pode evocar a lei, por mais amparado que esteja por ela, pra reivindicar seus direitos. Esta é uma das falácias do sistema: a individualidade. Ela não existe. Existe o INTERESSE individual, e este se ampara nas relações com o coletivo pra se legitimar. Não há, ao contrário, o DIREITO individual, que se ampara no conhecimento das regras, da LEI, e do cumprimento destas e que, em princípio deveria preterir das relações pessoais ou vínculos sociais preexistentes. A lógica de nosso Estado é mafiosa. A força está no compadrio e no poder de fogo. Quanto menos escrúpulo, mais amparado se está.
Edgar Rocha em 29 de janeiro de 2013 às 16:39:06»
Desculpe, o comentário abaixo é pra Elbereth, claro.
Edgar Rocha em 29 de janeiro de 2013 às 16:38:15»
Confusa esta tua discordância comigo, não? No seu primeiro comentário, você concorda comigo. Em tudo, eu acho. Dizemos que devemos exigir que a lei trate a todos como gostaríamos de ser tratados e que leis mais severas são menos importantes do que leis aplicadas. No seu segundo comentário, você afirma que a repressão não é opressão se houver controle. Concordo também. Talvez você não tenha entendido que, pra mim, o opressor é o bandido, o que burla os direitos de outrem deliberadamente e usa de todos os meios ilícitos pra evitar o peso da repressão. Incluo neste roll também o agente corrompido da lei e dos órgãos de repressão, por isso acho que se deve conceder a todos o direito a ampla defesa antes da prisão arbitrária e sem base legal ou flagrante. Enfim, Elbereth, onde discordamos? O controle da O-pressão está inevitavelmente nos mecanismos de RE-pressão. E estes só são legítimos se forem a expressão do pacto social (constitucional) e não da vontade pessoal de seus agentes. Discordamos em concordar?
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Elbereth em 29 de janeiro de 2013 às 15:54:29»
Edgar, continuo discordando de você.

A repressão só não vira opressão se puder ser controlada. E a retirada de uma ampla defesa, de um contraditório real e eficaz, é a retirada do controle da repressão.

Concordamos em discordar? =D
marcio ferreira em 29 de janeiro de 2013 às 15:45:22»
estado totalitário. péssima escolha.
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msp1500 em 29 de janeiro de 2013 às 15:38:05»
Muito interessante esse texto.
Eu, não que seja o dono da verdade, porém, compreendo que o ser humano é produto de seu meio, ou seja, ele tende para o convencional de onde está inserido.
Assim, pelo menos em tese, as pessoas tem tendências equivalentes para os dois lado, entretanto, o lado que for melhor alimentado tende a crescer e dominar o oposto.
É certo que isso não é regra, mas as exceções a isso são muito raras.
Nem sempre o ditado "filho de peixe, peixinho é", ou a frase "a fruta nunca cai longe do pé" se converte em realidade.
Tem exceções para ambos os lados.
Pessoas criadas em bons ambientes podem vir a se tornar más, ou pessoas em ambiente ruim podem vir a ser muito boas.

Concluindo, compartilho da idéia que nem sempre acontece, evidentemente, mas o meio em que o sujeito está inserido desenvolve uma enorme influência no seu caráter a na maneira de enfrentar a vida.
Julia em 29 de janeiro de 2013 às 14:50:15»
Assim como eu, o cara que escreveu o texto deve ter noções de direito. Essa lei 12.403 é uma vergonha nacional, feita exclusivamente pra justificar a falta de investimentos no setor prisional no Brasil e sobrar mais dinheiro pra corja que comanda o país desviar
Edgar Rocha em 29 de janeiro de 2013 às 14:05:38»
Eu também li algo a repeito deste estudo sobre a relação do aumento da criminalidade e o índice de mães solteiras e filhos indesejados. Parece mesmo que a figura masculina (culturalmente a da autoridade) faz falta na formação do caráter de um ser humano. A sociedade tem negado isto em função de uma postura ideológica a favor de uma suposta liberdade individual, em oposição aos limites impostos pela figura da autoridade. Ledo engano, acho eu. Sem saber os limites que garantem o bem viver, como pode o indivíduo se apossar dele e aprimorá-lo para a posteridade com vistas e se tornar mais justo que a geração anterior? Acho o discurso atual pela liberdade individual muito mais autoritário, já que confere ao indivíduo a legitimação de suas vontades mais egocêntricas, em detrimento do pacto social que possibilita um convívio civilizado entre todas as individualidades. É um jogo de retórica, pura e simplesmente, e que temos que entender e nos esquivar. Temos sido educados para nos opormos a qualquer mecanismo de repressão. Tudo bem, ser reprimido por algo não é muito bom. Mas, é melhor que ser oprimido. Existe uma diferença entre repressor e opressor, e a repressão, em princípio é a resposta ao opressor. Quem oprime deve ser reprimido. Palavras tem força, não?
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Politico Honesto em 29 de janeiro de 2013 às 12:38:54»
Já li algo a respeito. V
É sabido que muitas dessas crianças indesejadas se tornam criminosos, pois é a única opção que "lhes resta". Criada num ambiente hostil, a criança aprende a ser "má", antes de conhecer os "bons valores" - e quando conhece.
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Elbereth em 29 de janeiro de 2013 às 12:23:38»
Obrigadão Admin.

Ah, falando em estudos, já viram um estudo econômico (ou sócio econômico) apresentado em um livro chamado Freakonomics, sobre a diminuição de violência em Nova York?

Li faz muito tempo, mas, se bem me lembro, é mais ou menos assim: a maior parte dos responsáveis por crimes são pessoas que vêm de famílias desestruturadas, geralmente com pouco dinheiro, na faixa etária entre próximo aos 20 anos até pouco menos que 30 anos.

Em Nova York, foi legalizado o aborto se não me engano 17 anos antes da política de tolerância zero.

A maioria das mulheres que fazem abortos são aquelas novas, que engravidam sem ter um marido que as ajude, nem condições financeiras de cuidar bem de uma criança.

Logo, um dos fatores que ajudou a diminuição dos crimes foi o fato de que tinha menos gente nascida já meio indesejada, de mãe única, e pobre.

Não sei se é válida essa teoria, mas é certamente interessante e bem trabalhada no livro.
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Redação em 29 de janeiro de 2013 às 11:37:32»
Oi Elbereth, os números percentuais informados (20% de bons e 4% de maus) são resultado de estudos com ressonância, consonnate a neurociência; já os estudos de Migram e Keizer são estudos do comportamento social das interações humanas.

Abraços fraternos.
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Elbereth em 29 de janeiro de 2013 às 10:11:05»
Ah, só uma pergunta... os experimentos informados são neurocientíficos ou são da área da sociologia? Fiquei confusa, qual a diferença exatamente?
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Elbereth em 29 de janeiro de 2013 às 10:09:39»
Concordo muito com o Edgar. Quando vamos pensar em direito penal e direito processual penal, nunca podemos pensar em como gostaríamos que o bandido fosse tratado, como queremos que o inimigo seja tratado, mas sim como EU gostaria de ser tratado caso fosse acusado injustamente.

Não é possível dar poder demais à qualquer autoridade armada, tem que ter um bom controle e modos de defesa amplos e coerentes, ou o abuso de poder não teria modo de ser combatido.

Mais, MUITO, MUITO mais eficaz do que leis mais duras são leis sempre aplicadas... como já ensina Beccaria a tempos, mais vale a certeza de aplicação de uma pena branda do que a possibilidade de impunidade de uma lei mais severa.
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Moonwalker em 29 de janeiro de 2013 às 08:22:36»
O PH está certo, "pode haver maldade em atos considerados bondosos e o inverso, também". Eu sempre pensei assim. Agora, acho que somos instintivamente inclinados a fazer o mal. E mesmo que fosse o caso de estar no grupo de acompanhar a multidão, eu, pelo menos, tenho visto um mundo cada vez pior.
Edgar Rocha em 28 de janeiro de 2013 às 21:49:44»
Prefiro ter um pouco mais de paciência. A água está batendo na bunda dos que tem poder de compra e formação suficientes pra pressionar mudanças. A classe média alta já está pagando um preço alto pelo apoio aos que concedem a esta fatia da sociedade um certo conforto individualista dos que, como você diz no post, podem participar deste jogo de suborno direto pra garantir seu bem-estar, seja este um bandidão ou um empresário sacana. Nenhuma sociedade funciona assim. Devo lembrar, por exemplo, do preço de se ter agentes da prefeitura facilitadores e relaxadores de normas legais que tanto agradam aos que se acham acima do dever do bom senso. Foi por esta razão, por exemplo, que 232 jovens de classe média perderam estupidamente suas vidas. Ou, como você acha que o dono da boite Kiss (da própria classe média alta e também um servidor dela) conseguiu funcionar aquela arapuca por tanto tempo sem alvará e, pior, sem condições reais de segurança de seus clientes?
Edgar Rocha em 28 de janeiro de 2013 às 21:49:02»
Foi um dos posts mais interessantes que li aqui até agora. Você citou a Lei 12.403 e considera que esta seja um dos grandes entraves atuais para a manutenção da ordem. Pelo que conheço desta lei, tenho que discordar, ao menos em partes. Quantas prisões são efetuadas de forma arbitrária, coercitiva, abusiva por nossos competentes agentes de segurança, tendo lógico, o aval dos agentes do judiciário? Sinto esta lei como um avanço (ao menos em tese) contra a ambiguidade do estado de direito no Brasil. Não podemos esquecer também que, os grandes agentes da desordem e da proteção ao crime estão justamente ocupando os cargos que se destinam ao funcionamento da máquina do judiciário e da segurança pública. Quando um deles raramente é pego, isto se dá mediante a processo e longas investigações, o que anula a força da referida lei no tocante à possibilidade do malandro se safar. Esta lei nada tem a ver com o grave contexto em que vivemos atualmente. Até porque, leis mais severas, com a máquina tomada pelos fdp de plantão, só seriam aplicadas e interpretadas de acordo com o interesse deste tipo de gente.
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LukeSchimmel em 28 de janeiro de 2013 às 20:08:28»
Eu sou uma pessoa boa smile
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KaiserThel em 28 de janeiro de 2013 às 19:51:53»
Eu sou mal, muito mal! evil
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revolt4d4 em 28 de janeiro de 2013 às 19:11:07»
Veremos.
O último trecho é nossa triste realidade.
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Politico Honesto em 28 de janeiro de 2013 às 18:24:11»
Bondade e maldade não são absolutas, mas transitórias, conceitos relativos – não é possível quantificá-las e chegar uma definição pura e precisa. Além disso, por serem visões subjetivas, interpretativas, pode haver maldade em atos considerados bondosos e o inverso, também.