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Comentários

TatiBertino em 06 de abril de 2016 às 22:45:09»
E na Índia as pessoas da classe mais inferior defecam nas ruas. Existem ruas mais propícias à esta prática e ficam literalmente cobertas de fezes. E existe uma pessoa que limpa os dejetos com uma vassoura rústica sem cabo, como se fosse um espanador. O coitado fica curvado empurrando merda! Vi em um documentário na TV.
Barbara em 24 de abril de 2015 às 16:03:53»
MUUUITO BOA A MATÉRIA. ESTÃO DE PARABENS!!
Isabela em 29 de agosto de 2013 às 13:52:50»
O ser humano é uma fábrica de imundícies. Viva à água e aos artigos de higiene!
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Semiramis em 22 de agosto de 2013 às 22:36:25»
Humanos, tão "racionais e inteligentes". Entretanto, com tanta tecnologia, ainda não descobriram como desintegrar os próprios dejetos. Uia!!! mad mad
ANDREAAG em 22 de agosto de 2013 às 00:33:29»
Eu devo ter algum trauma pq nem consigo ler direito sobre "esse papo escatològico"; me dà engulhos! Devo ter sido super reprimida na infância em relaçao a esses "assuntos privados".
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PREDADOR em 22 de agosto de 2013 às 00:24:29»
Roooaaarrr... FANTASTICA TECNOLOGIA.
Venhamos e convenhamos. Até hoje existem lugares aqui mesmo no nosso tupiniquinsbrasiliensis temos casinhas, fossas, falta de água tratada e falta de tratamento de esgoto e há 2.000 anos atrás Os caras tinham latrinas, rede de água, etc... Pra 2000 anos não dá pra avaliar que era uma maravilha e que também nesses 2000 anos não progredimos muito não. Vá pra periferia de sua cidade e veja com seus próprios olhos ou nariz se o cheiro for suportável. Tenho fotos que tirei em pompeia e mostra que tinham Até Rede pluvial. Putz...
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xandy46 em 21 de agosto de 2013 às 23:15:19»
No sul a casinha também é chamada de patente e ainda existe em algumas cidades do interior. Eu não sei de nada, porém um primo de um amigo do meu vizinho diz que é bom usar a espiga, porque além de limpar coça o enrugado e penteia os coelhos. mrgreen
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revolt4d4 em 21 de agosto de 2013 às 22:50:30»
Ano passado eu fui numa casinha, antes disso, faz uns 15 anos.
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Adryanss em 21 de agosto de 2013 às 20:19:14»
Pois, Admin, aqui em Corupá (do lado de Jlle) não tem tratamento de esgoto, vai direto pro rio, e a maioria nem fossa tem, imagina filtro... mad

Na casa da minha avó tinha uma "patente" dessas (a casinha) até 2 anos atrás, plenamente funcional... Foi tirada porque aumentaram a casa (dobraram), aí tiveram que tirar ranchos e a "patente" junto...

Mas eu usava quando pequeno e ficava de férias, fedia kkkk biggrin

Meu pai conta (nascido em 67) que quando ele era pequeno, todo mundo fedia a sovaco e a m*rda. Banho? 1x na semana, mesmo tendo horrores de água à disposição... Se não achava bom, tinha o rio à disposição. fool
Edgar Rocha em 21 de agosto de 2013 às 18:41:52»
Conheci o interior de Minas também (Minha família é de Viçosa). No sítio de minha vó tinha casinha do jeitim que você falou. O problema pra mim não era cair com o assento. Mas, o barulhinho de papel celofane que as baratinhas faziam dentro do assento e no poço onde este se encaixava. Creimdeuspai! Durante o meio-dia elas saíam de dentro pra dar um refresco no calor. Era só abrir a porta da casinha que elas assustavam e a gente via o batalhão inteiro correndo pra dentro do "cacator" de novo. Bem aonde a gente ia sentar. Pro meu azar, uma vez, tomei leite de vaca puro e sem ferver. Tive uma diarreia que saía verdinha igual cocô de galinha. A cada cinco minutos. Preferia fazer na moita do que entrar lá.
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Redação em 21 de agosto de 2013 às 17:51:15»
Quando era criança lá no interiooorrrr de Minas, na casa da roça da minha avó tinha o que chamávamos de casinha. Era uma construção rústica de madeira com um assento de tábuas sobre um grande buraco (fossa), que ficava em algum lugar do quintal bem longe da casa. Conforme este buraco ia enchendo, a casinha era mudada de lugar e o que restava do burato, coberto com terra.

Eu não gostava de ir para a roça porque tinha medo desta casinha, não por causa do homem do saco ou coisa assim, senão porque um tio certa vez caiu no buraco quando o assento ruiu.

Se cavarmos um pouquinho sobre a infra-estrutura de nossas cidades também vamos decobrir que mais da metade delas não tem rede de esgoto. Pior, menos de 30% promovem algum tipo de tratamento. Pior ainda, muitas prefeituras cobram taxas por esse serviço que não fornecem.
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Politico Honesto em 21 de agosto de 2013 às 16:29:05»
Que merda.
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revolt4d4 em 21 de agosto de 2013 às 16:13:02»
Se for olhar no IBGE o que o CN disse, é fato e alarmante. Agora imaginem em países menos desenvolvidos.
Ana Syrio em 21 de agosto de 2013 às 16:08:54»
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!! Morri com essa matéria!! Ótima!! biggrin
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Confortably Numb em 21 de agosto de 2013 às 15:36:58»
Sei lá... eu acho que ia preferir um matinho... hihihi

Pegando um gancho do Haiduqque... até meus 7 ou 8 anos de idade quando eu ia visitar meus avós numa cidadezinha no interior da Bahia, lá não tinha saneamento. A gente ia no mato mesmo, fazia um buraco e depois enterrava a "obra".... hehehe

E não sou tão velho, o saneamento chegou lá por volta 1998 ou 99.... tem muito brasileiro vivendo na idade média por aí ainda..... rolleyes
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Moonwalker em 21 de agosto de 2013 às 15:26:08»
Anderson Barboza, os soldados ofereceram a ele primeiro um vinho ralo, que era chamado de acetum, em latim. O vinho era narcotizado com mirra (semelhante ao fel atual), e por isso Jesus recusou. Depois, pouco antes de morrer, serviram a ele vinho acetum puro, em uma esponja, que possivelmente era este mesmo tipo já que era produto comum por lá.
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Moonwalker em 21 de agosto de 2013 às 14:54:06»
Tantum vapores, amicus Luke ... Et familiam?
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LukeSchimmel em 21 de agosto de 2013 às 14:46:40»
Moon: ... ferreus diem, amice? (3ª declinação, eu acho... sempre fui mal em latim)
Cara ao lado: non. (Som de 3 terremotos e 2 trovões)
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Haiduqque em 21 de agosto de 2013 às 14:38:51»
Até há 100 anos, no mundo ocidental não era comum construir casas com banheiro. As cidades eram bem fedorentas. Quem hoje se queixa da poluição automóvel não vivenciou uma "metropolis" cheia de carros e carroças movimentados por milhares de cagões cavalos. Sim, sem automóveis, as pestilentas bostas pavimentavam as ruas das grandes urbes. O fedor era permanente. Fazer caca na rua era socialmente aceite e, quando em dias de calor intenso,...
É incómoda, a constatação da realidade, mas os nossos antepassados, a não ser que fossem nobres ou altezas reais, eram todos de classe mérdia.
Anderson barboza em 21 de agosto de 2013 às 14:31:19»
Ouvi dizer que quando Jesus estava sendo crucificado e pediu água e o soldado romano deu vinagre foi usando essa Spongia. Será que procede ou é algum eufemismo? O que vocês acham?
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revolt4d4 em 21 de agosto de 2013 às 14:13:28»
E tem também as casas de banho, que eram públicas.
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Moonwalker em 21 de agosto de 2013 às 13:58:39»
Hahaha... É uma boa história. Eu sempre digo que não conseguiria viver em um lugar que não pudesse me proporcionar um banheiro limpinho.
Mas notem que apesar de estranho para nós, era um costume na época. Não soaria estranho um cidadão se acabar em flatulências e odores ao lado do outro, imagino até que isso era motivo para se iniciar uma conversa, quiçá uma amizade. Sei lá...
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Angelina em 21 de agosto de 2013 às 13:44:30»
Eu sempre imagino, que um dos maiores problemas do mundo é o lixo, a merda, que não dá pra jogar fora.
Fica tudo aqui, com a gente, na mesma Terra que nós.
Esse tema só serve pra dar problemas. Sempre.