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Comentários

Idigo em 03 de fevereiro de 2014 às 21:25:39»
Vivemos em numa espécie de Matrix sim! Mas em uma Matrix real e orgânica, onde também interagimos com verdadeiros robôs orgânicos e programados, pois estes não possuem alma como nós possuímos tipo: peixes, insetos, lagartos, e também algumas aves e pequenos mamíferos. Assim como no filme Matrix, somos prisioneiros, mas a nossa prisão são os nossos próprios corpos e ao morrermos, nossa alma tem a livre decisão de retornar a em outro corpo para um novo aprendizado ou ficar vagando como rebeldes descontentes com o sistema de ensino, pois se recusam a reencarnar e dá continuidade ao processo de aprendizado, pelo método de vivencias assistidas onde aprendemos com situações diversas que lapidam o nosso caráter em situações reais e não teóricas.
Demarco em 18 de dezembro de 2013 às 15:38:08»
Incrível, o que uma obra de ficção ( Guerra dos Mundos - Matrix ), pode provocar nas pessoas...
Juca Duarte em 20 de novembro de 2013 às 17:36:34»
Se partir desse principio... talvez só eu seja real, e vocês todos são partes virtuais que só existem a partir do momento em que eu estou interagindo.
Ou talvez você lendo isso seja o foco real da simulação e isto que estou escrevendo só passou a existir agora que você começou a ler. Mas isso criaria outro paradoxo.
zé rosquinha em 20 de novembro de 2013 às 00:18:43»
Capaz. wink
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Politico Honesto em 20 de novembro de 2013 às 00:15:51»
"A simulação ser oriunda do futuro não criaria um paradoxo temporal. Essa sociedade do futuro pode ser muito bem outra simulação, como eu disse antes, recursiva."

Também pensei nessa possibilidade, a origem de uma simulação seria outra simulação. Neste caso, poderíamos ter, pelo menos, 2 possibilidades: (1) a recursão (a que se refere, creio eu), na qual a origem de uma simulação seria outra simulação, infinitamente; (2) uma simulação que representaria a matriz de todas as simulações, inclusive de si mesma.

O paradoxo relacionado ao tempo, que citei, seria possível considerando-se o fluxo normal do tempo – passado -> futuro (não menciono o presente pois os seus limites com o passado e com o futuro são ainda mais indefinidos), e tem a ver com o paradoxo do avô. Qual a seria a finalidade de simular o passado? Mudar ou melhorar o passado seria uma delas (ao menos se aplica quando a pergunta é sobre a possibilidade de viajar no tempo), mas se a sociedade do futuro for bastante diferente da atual, em diversos aspectos (inclusive se for uma (outra) simulação), as respostas seriam variáveis. Contudo, o tempo pode ser somente uma percepção ou mesmo uma ilusão – esta última faz mais sentido se considerarmos essa hipótese de o universo ser uma simulação.
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Luiz Felipe em 19 de novembro de 2013 às 23:25:13»
Politico Honesto. A simulação ser oriunda do futuro não criaria um paradoxo temporal. Essa sociedade do futuro pode ser muito bem outra simulação, como eu disse antes, recursiva.
Existe um conceito matematico chamado Computação Universal, que é um conceito matematico abstrato que diz que todo tipo de sistema pode ser simulado por um computador universal, inclusive ele mesmo (não necessariamente na mesma velocidade).
Seria uma extensão da maquina de turing, que é o computador abstrato que pode computar qualquer coisa computavel.

http://www.idsia.ch/~juergen/wolfram.html
http://bigthink.com/videos/how-the-universe-is-like-a-computer-program

tl,dr;
Provavelmente P=NP! (that was a bold claim, have faith)
O universo é um computador!
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Luiz Felipe em 19 de novembro de 2013 às 23:19:09»
Also, se somos uma simulação, então isso explica muitas coisas "bizarras" que ocorrem no Universo, até mesmo sádicas. Isso é uma peça de opera, e o unico jeito de atingir a imortalidade não é sendo bonzinho, mas sim avacalhando com tudo, para o divertimos de quem quer esteja simulando o universo, atingindo assim portanto a imortalidade, porque ele salvaria seus dados para continuar em outra simulação, pois é divertido.
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Luiz Felipe em 19 de novembro de 2013 às 23:16:18»
Porque as pessoas acham tão dificil entender recursão. É muito mais provavel que não exista "deus", mas sim, que realmente existam varios "deuses", que são apenas seres comuns rodandos seus jogos ultra avançados.
O universo não é infinito, mas a pilha de universos seria, sem jamais dar stack overflow.
Só tem um jeito de provar, precisamos de mais computadores, e ainda faltam 15 anos para que seja possivel simular 1 cerebro humano.
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revolt4d4 em 19 de novembro de 2013 às 19:19:23»
Me interesso pelo assunto, mas vou ler com mais calma, depois.
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Firelow em 19 de novembro de 2013 às 18:12:38»
"Pondo a prova a hipótese (...)"
Crase no primeiro "a". wink

Edit: Para mim, se tudo não fosse real, real seria o que tudo fosse. Eu filosofei isso na oitava série. O que eu queria dizer com isso era que pelo menos NESSA OCASIÃO (btw, tem itálico por aqui?) a verdade seria relativa à pessoa, mudando a definição de real ao que estivesse por volta dela.
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Politico Honesto em 19 de novembro de 2013 às 16:09:56»
"A tese de Bostrom propõe basicamente que se no futuro, segundo supõem muitos cientistas e futuristas, é possível que existam grandes quantidades de poder computacional, talvez estas gerações futuras realizem simulações detalhadas de seus ancestrais em seus supercomputadores."

Então, temos dois caminhos, inicialmente:
1. A humanidade, ao longo dos anos, desenvolverá tecnologia capaz de criar tais simulações, até alcançar o "atual" status – o presente manipulado no futuro;
2. Mesmo com os avanços tecnológicos, a humanidade não conseguirá alcançar o status "atual", pois as próprias simulações, criadas no futuro, contém comandos de programação que impedem que suas "crias" (a atual humanidade) cheguem ao seu nível.

Quanto à primeira situação, a pergunta é: Com que finalidade a "sociedade do futuro" resolveu fazer tais simulações? Dependendo da resposta, poderíamos ter alguns paradoxos que inviabilizariam essa conjectura.

Já na segunda situação, se a "atual" realidade (seja lá qual for a sua definição) é somente uma simulação oriunda do futuro, então qual a origem dessa suposta "sociedade do futuro"? Cria-se, então, um paradoxo do tempo-origem, que também pode ser verificado na primeira situação.

Não vou entrar em detalhes quanto às probabilidades dessa hipótese ser real, já que o próprio conceito de realidade, nessas circunstâncias, torna-se ainda mais complicado e "abstrato". No entanto, as possibilidades e as perguntas que vêm a surgir em torno do assunto são inúmeras e poderiam ser aplicadas a vários fenômenos ainda não explicados pela ciência.
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Ajuricaba em 19 de novembro de 2013 às 14:35:57»
Então é tudo apenas um sonho?!!!!!
Luan em 19 de novembro de 2013 às 14:33:29»
Cientistas fazendo metafísica de maneira incompetente. Pra variar.
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headbanger em 19 de novembro de 2013 às 14:24:40»
Partindo do princípio que vivemos em uma Matrix, o que podemos fazer?

A) Chorar.
B) Chingar muito no twitter.
C) Simular um universo pra agregar valor ao camarote.
D) Ativar IDDQD e IDKFA (entendedores entenderão).
E) Continuar como se nada tivesse acontecido.

Diferentemente do Neo, que existe fora da Matrix (apesar de estar com a mente imersa nela), se bem entendi a teoria do senhor acima, existiríamos dentro da matrix, logo, não há como fugir.
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Elbereth em 19 de novembro de 2013 às 14:22:38»
Esse tipo de coisa, pra mim, só serve pra ser pensado em momentos de ócio extremo, quando não conseguimos pensar em nada mais útil, tipo fila de mercado as seis e meia da tarde de sexta feira ou fila de lotérica dia 10 em época de greve bancária...

Sério, o que muda? Mesmo que vivamos em uma simulação bizarra, não podemos tentar "fugir" sem nos destruir. E duvido demais que euzinha, com as habilidades que tenho, poderia sequer entender o suficiente pra tentar "fugir".

Resumo: tenho muita louça pra lavar antes de poder ficar pensando nessas coisas kkkkk
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Nyew em 19 de novembro de 2013 às 14:20:48»
Acho divertido essa brincadeira.

Pensar que somos parte de uma simulação, me faz pensar que alguns humanos (muitos que aparecem por aqui, inclusive) vieram com códigos de trapaça, me faz pensar que déjà vus acontecem somente com pessoas que morreram e reiniciam uma partida do último check point, me faz pensar que pessoas que caem de alturas grandes e não morrem tem um HP à mais, enfim, se fazemos parte de uma simulação, isso explicaria muita coisa que hoje não temos uma resposta exata e é divertido imaginar isso.

Desculpas se você não pensam assim, eu fui programado desse jeito. XD
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Cheat em 19 de novembro de 2013 às 13:52:28»
Veni, vidi, nada entendi. Muita pretensão querer tocar o topo da montanha quando sequer começou-se a escalar. Uma coisa de cada vez.
Tyr 100 Logar em 19 de novembro de 2013 às 13:13:31»
Atenham-se (pegou?) aos fatos. É possivel viver um sonho dentro de outro.
Lord Byron sonhava com Mary Shirley e acabou descobrindo que vivia com ela.
Entendeu? Não? Nem eu.
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Confortably Numb em 19 de novembro de 2013 às 12:53:25»
Eu também penso nas formiguinhas da Angelina lol ... A formiguinha aqui na minha mesa não tem ideia do "universo" que existe ali do outro lado da rua, muito menos a imensidão do planeta em que ela vive e as diversas criaturas que existem nele... Comparando nós ao universo, não passamos de cocô de formiga.

Eu não duvido de nada... rolleyes
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Angelina em 19 de novembro de 2013 às 12:44:31»
Admins fica postando essas coisas pra nos deixar com um lag mental... Ou devo ser eu mesma que fico confusa.

Argh, tantas teorias... Podemos viver em um mundo dentro do outro. Universos em nossas peles.
Ou podemos ser produto da imaginação de alguém,
uma história criada por alguém, ou formiguinhas pequenas demais para conseguir enxergar o grande.

Esses posts... Esses posts... confused
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Moonwalker em 19 de novembro de 2013 às 12:44:22»
Agora que li o texto, posso comentar melhor:
Ah, pare, né?

Brincadeira para descontrair. O que eu penso é que a existência é muito complexa para ser uma simulação. Alem do que essa teoria só faz sentido para um filme bacana.
Moonwalker sem logar em 19 de novembro de 2013 às 12:34:50»
Ah, pare, né?