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Comentários

effy em 16 de fevereiro de 2015 às 01:37:36»
Entendi completamente cada item da postagem e refletindo sobre, ao ler os comentários me senti completamente tola por não ter tido visões diferentes de tal.
(sou adolescente claramente influenciada pelo texto) existe um tipo de personalidade miserável? Ou isso consequentemente é causado por algum distúrbio?
Jorge claudio em 28 de novembro de 2014 às 13:33:00»
Morre fica tudo por aqui!
Carlos em 04 de dezembro de 2013 às 21:04:47»
Pesquisa sem sentido no Brasil. Foi feita com a população dos EUA. Lá com certeza as pessoas possuem muito menos motivos para reclamarem, se preocuparem com o desemprego e serem mesquinhas.

No Brasil muitas das constatações dela são uma questão de sobrevivência em vez de traços da personalidade.
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Politico Honesto em 01 de dezembro de 2013 às 00:37:32»
Quando vi o título do post, lembrei logo do link que postaram aí embaixo. Este post também me lembra aquele sobre o otimismo e o pessimismo. Muitas vezes, ter uma atitude "negativa" é a melhor estratégia. Cito, como exemplo, o 1º item deste post: adotar uma postura de precaução – considerar a possibilidade de que um dia você pode perder o emprego – pode fazer que um empregado sempre se empenhe e – por que não? – tenha, também, um "plano B", para o caso de o pior acontecer. O item 5 também é válido, sobretudo em situações nas quais você não sabe com que tipo de pessoa você está lidando.

Felicidade é fugaz, apenas um estado de espírito. Sentir-se feliz não é errado, mas é preciso ter em mente que tal sensação não apenas irá desaparecer, em algum momento, como, também, poderá dar lugar a estados bastante desfavoráveis.
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LukeSchimmel em 30 de novembro de 2013 às 15:19:33»
Páthos é útil, mas sem overdose. Sem páthos seriamos zumbis... com ele avançamos ao lutar para nos livrar (nunca percebeu que os maiores avanços da humanidade tem finalidade bélica? Do trabalho em metais -armas- ao avanços da medicina -melhores unidades-) porém muita paixão será opressiva e não construtiva.
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Cheat em 30 de novembro de 2013 às 11:33:17»
Concordo com os tópicos. E não vejo problema em tomá-los como um "tutorial" para um melhoramento interno. Isso não é ser manipulado, e sim ser razoável e autocrítico o bastante para detectar falhas e agir.
Pensemos como o planejamento estratégico de uma corporação, onde existe todo um roteiro e indicadores que auxiliam a mensurar o grau de qualidade desta. Se uma empresa feita e dirigida por humanos precisa disso, que sentido faz os próprios humanos não?
Nem de longe sou religioso, só não acho que reconhecer deficiências denota fraqueza de qualquer tipo. E quantos aos outros, que avaliem seus próprios indicadores. Eles estão aí.
.Tyr em 30 de novembro de 2013 às 07:29:29»
A miserabilidade é vocação e não vem de nascença, Luiz Felipe. Ser ou não é opcional. Eu, por exemplo, ontem estava 100% miserável vendo as mazelas que a vida traz. Fazer o que? Dormir e torcer pra hoje ser melhor. Sem hipocrisia ou tentar me animar forçosamente. Só isso, viver um dia de cada vez.

Bom dia, 'ssoal!
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Luiz Felipe em 30 de novembro de 2013 às 07:18:19»
Ok, todo ser humano é miseravel de acordo com essa lista.
E qual o problema em aceitar que a vida é miseravel. Parece que hoje todo mundo tem que ser feliz, forçosamente. Nem vou entrar no quesito do quão hipocrita o mundo se tornou. Culpa desses sociologos com esses "politicamente correto", querem colocar tesouras sem ponta em toda a sociedade para evitar que as "pessoas se firam".

Como diria o mr Smith
"Did you know that the first Matrix was designed to be a perfect human world? Where none suffered, where everyone would be happy. It was a disaster. No one would accept the program. Entire crops were lost. Some believed we lacked the programming language to describe your perfect world. But I believe that, as a species, human beings define their reality through suffering and misery. The perfect world was a dream that your primitive cerebrum kept trying to wake up from. Which is why the Matrix was redesigned to this: the peak of your civilization. "
The chaos, the suffering, the pain, evertything just takes you one more step closer to the final moment, the inevitable moment, that is you simply die.
Edgar Rocha em 29 de novembro de 2013 às 21:17:37»
Admin, eu entendo o teu ponto de vista e não te questiono por ter colocado o texto para reflexão. Ao contrário, agradeço e acho válido. O que me incomodou de verdade foi o fato de tal texto ter sido produzido por uma profissional. Acho que tentei mostrar isto, embora não tenha dito literalmente. Porque, se uma psicoterapeuta já tem respostas prontas pra situações e comportamentos, de forma generalizante, o que esperar quando se procura um profissional desta área? Por outro lado, tento analisar de maneira mais contextualizada este tipo de trabalho. Ele me parece consonante com outro texto que li recentemente em outro site: "13 coisas que as pessoas mentalmente fortes evitam" (http://hypescience.com/13-coisas-que-as-pessoas-mentalmente-fortes-evitam/). O que percebo é que há um certo movimento nas disciplinas que se debruçam sobre análises compostamentais (incluindo psicologia e afins, psicanálise e as ciências humanas em geral) de transferir ao indivíduo a responsabilidade por um mal estar ao qual já se reconhece como sendo coletivo e generalizado. A culpa é do indivíduo. Somos todos fracos. E não há sequer a opção de reconhecermos isto. Sinto um certo quê de coação moral e pressão psicológica para que sublimemos (todos nós) ou mascaremos nosso desconforto em relação à vida e possamos vestir a camisa dos valores e paradigmas que conduzem nossa existência: a ideia do vencedor, do 'cara', do sujeito que sempre está por cima, invencível e totalmente competitivo, em oposição ao perdedor, àquele que sucumbiu diante das adversidades (volto a perguntar: quem nunca?) Estas receitas de bolo parecem ter uma gama de objetivos de caráter ideológico, dentro de um sistema de controle social. Talvez você sinta algum teor conspiranoico de minha parte. Pode ser. Mas, quando digo isto, penso em princípio, na possibilidade de haver uma linhagem de pensamento, uma escola no ramo de psicologia que tenda a adotar esta linha de raciocínio (assim como existe a escola freudiana, a jungiana, por exemplo) Não sou da área, mas sei que uma linhagem acadêmica, seja de qualquer disciplina, se enquadra num contexto e numa ideologia específica, mesmo que não admita. E muitas vezes, tais "escolas" desenvolvem teorias que dão sustentabilidade a sistemas completamente furados. Quando isto acontece, as falhas teóricas nem sempre são perceptíveis (o que justifica, por exemplo, muita gente boa apoiando o neo-liberalismo, vendo qualidades no nacional-socialismo, etc.) Isto porque estamos todos no olho do furacão, somos homens de nosso tempo, e só depois dos efeitos é que podemos avaliar nossos erros. Mas, é sempre bom tentar alguma antecipação, baseado em experiências anteriores. Além, é claro, de questionarmos a partir do contexto em que o pensamento é construído. É o que tentei, muito superficialmente. Além do que, volto a dizer, é estranho o fato de que uma psicoterapeuta assuma teses tão generalizantes sobre sentimentos e comportamentos. 'A priori', não se pode dizer num texto acadêmico, voltado pro público em geral, que uma gama de sentimentos e atitudes vêm acompanhadas de equívocos, insinceridades ou atos covardes. Isto é mesmo, coação, no sentido de forçar o interlocutor (nem pacientes, somos) a prejulgar-se e escamotear suas reações. É um convite ao mascaramento, à sublimação pura e simples. Não vejo outra palavra. Por fim, sou meio mineiro. É bom ser um pouco desconfiado. Mesmo que um psicoterapeuta diga que não. Desculpe-me por ser prolixo. Mas, me sentiria omisso se não expusesse minha desconfiança e sugerisse um contraponto. É bom ficar de olho. Textos assim, têm pipocado o tempo todo. Por que?
.Tyr em 29 de novembro de 2013 às 20:51:12»
Esforçando-me pra vislumbrar tempos mais amenos não consigo deixar de lado meus comentários - já manjados pela fatigancia do item XII - e volto aqui para dar no saco do Admin.

"Imagem errada! De novo!" mrgreen
.Tyr em 29 de novembro de 2013 às 20:46:26»
Pra variar, não entendi porra nenhuma do que o Sr. Luiz acabou de dizer.

Cai no numero 12! mrgreen (Sim, eu sei, estou sendo também, mas quem não é? mrgreen ²)

Edgar, vamos ao ponto. Impossível nessa vida não taxar alguém. Eu mesmo me pego sendo o mais preconceituoso possível. Até tento controlar, mas vira e mexe ó eu aqui de novo fazendo de 'traveis' o mesmo de sempre.
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Redação em 29 de novembro de 2013 às 20:30:37»
Eu acho que em verdade o texto não visa identificar culpados ou pessoas miseráveis, Edgar. Ainda que isto seja quase automático porque vamos encontrar pelo menos um desses rótulos em pessoas que conhecemos ou em nós mesmos. No entanto eu acho que ele só apresenta uma forma diferente (inversa) de dizer o que devemos fazer para não nos tornarmos miserentos.

O que eu quero dizer é que se alguém diz que não devemos ser tediosos -de forma direta- por que isso afeta o nosso estado de (bom) humor e também o das outras pessoas que nos cercam, isso vai ser tomado como tal e ninguém vai ficar tentando descobrir quem é o chato, entretanto quando alguém fala que devemos ser tediosos, com o intuito de que não sejamos e que cheguemos a esta conclusão por nós mesmos analisando algumas características que em geral são detestáveis no ser humano e que reconhecemos em certas pessoas, surge essa associação equivocada de que estamos sendo manipulados. Acho que é isso.
Talyta em 29 de novembro de 2013 às 20:19:33»
Além da "vida real", vê-se muito isso na Internet hoje. As pessoas têm tendência a agirem assim. Parece que gostam/querem/pedem pra viver uma vida nesse nível. Uma pena.
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Angelina em 29 de novembro de 2013 às 19:21:59»
É verdade, me senti culpada, e fui manipulada sem perceber. confused
Edgar Rocha em 29 de novembro de 2013 às 18:58:30»
Tyr, pode ser que, se considerarmos um conhecimento prévio sobre alguém, poderíamos enquadrar a criatura nesta ou naquela situação específica. Está certo. Mas, considerar tais possibilidades como forma de avaliar a outrem é gerar uma máquina de preconceitos sobre a qual não teríamos controle. A pergunta que faço é: quem nunca? E talvez a resposta seja aquela frase: "o problema são os outros". Cria-se um ciclo vicioso que força cada um a avaliar o próximo e o outro sob a luz da desconfiança. Enfim, o texto gera exatamente o que a autora em dado momento, critica. Se me permite te fazer de cobaia (eu sei, você não me permite, mas dane-se) eu poderia te enquadrar em vários aspectos, unicamente baseado no preconceito e num conjunto de frases escritas por você, com todas as limitações geradas por um contexto absolutamente parcial (a saber: eu não te conheço pessoalmente, não sei quem você é de fato, seu estado de espírito momentâneo, etc., etc., etc...) Isto só porque você se demonstra crítico nas afirmações, ácido nas provocações, cético em relação a um monte de coisa... Enfim, é fácil enquadrar quem quer que seja num rótulo qualquer que esta psicoterapeuta vomitou, como forma de desqualificar suas posturas. Parece que tudo está resolvido, desde que você sublime o contexto e assuma uma postura escamoteadora. Achei o texto altamente repressivo, manipulador e culpabilizador, pra dizer o mínimo. Tá vendo? Pode me fazer de cobaia, agora. Vai me encaixar num montão de estereótipos baseado no que eu acabei de escrever. Isto é sacanagem intelectual. O rei tá mesmo peladão. Ponto.
.Tyr em 29 de novembro de 2013 às 18:25:11»
Sua lista de desgraças me lembrou a obra "Os miseráveis" em que o personagem principal fazia de tudo pra livrar-se do passado e um FDP metido a Caxias fazia de tudo pra não dar a redenção que tanto procuravam.

De qualquer forma a lista é válida e me remete sempre a um ou outro individuo que se veste de tal forma.

'Ó vida! Ó dor! Ó azar!'
Edgar Rocha em 29 de novembro de 2013 às 17:11:24»
Este texto é um exemplo clássico do se poderia definir como "cilada retórica", só pra começar. Explico: tente criticá-lo e, inevitavelmente, estará vestindo a carapuça, encaixando-se em qualquer um dos libelos construídos pela autora. A começar por ser "sabichão", "desconfiado" ou "tedioso" (a lista é grande). Lembram da historinha da roupa nova do Rei? Talvez a esperta psicoterapeuta já tenha mensurado seu grau de miserabilidade ou, morra de medo de perder o emprego.kkkkk
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Confortably Numb em 29 de novembro de 2013 às 17:03:43»
Não me acho nem um pouco miserável e não tenho nem uma das características acima exceto a 5ª...
Eu sempre espero o pior das pessoas, acho que pela convivência com muita malandragem em vários ambientes da minha vida... E eu acho que isso até me ajuda, é menos decepcionante geralmente, e quando você encontra pessoas realmente boas a surpresa é agradavelmente mais impactante... rolleyes
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Angelina em 29 de novembro de 2013 às 16:45:59»
Obrigada. É sempre bom lembrar.
Eu acho que eu entendi o comentário do Diojenes... e.e
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Moonwalker em 29 de novembro de 2013 às 16:36:36»
Eu concordo com a sugestão do Diojenes... E acho bem certo o que diz o post, de verdade. Conheço um monte de gente que age assim que eu pude constatar o fato de ser miserável.
Diojenes em 29 de novembro de 2013 às 16:19:14»
Ser porco.
Até parece regra, casa de pobre tem mato ao redor,
jogam lixo no fundo do lote. barro até na porta de casa. As vezes até parece que é regra, por que é pobre tem que ser imundo.
O sentido do post é um pouco diferente, mas isso aki tb tá valendo.
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Politico Honesto em 29 de novembro de 2013 às 15:58:21»
Pois é.