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Comentários

Edgar Rocha em 12 de abril de 2014 às 23:45:50»
Valeu, Admin. Valeu, Tyr. Valeu günes. Valeu, Elson.

A propósito, entendi o que disse Tyr (aleluia). Muito obrigado.

Elson, acho que vivemos uma realidade muitíssimo semelhante. A família e o meio não entendem bem. E, de fato, temos de aceitar, também não é fácil pra ninguém. Você também se informa, assim como eu. Mas, tome cuidado. Apesar de psiquiatras não acrescentarem muito (ainda mais trocando sempre), não somos especialistas e tendemos a nos enquadrar em tudo que lemos, principalmente quando a cerotonina está em baixa. Ainda bem que você encara, assim como eu, como um problema fisiológico e não como fruto da realidade externa. Sem a danada da enzima, nem sexo anima a gente (se é que dá pra pensar nisso sem ela). Você falou em atividade física e é ótimo, mesmo. Ajuda a liberar a adrenalina, que fica em alta. Procurar ambientes com bastante verde ajuda também. O verde é a cor mais fácil do espectro. Descansa a mente e nos faz diminuir a desgaste mental. E, por último, cuide bem do seu cuzinho. Isto mesmo! Se tiver hemorroidas não vai poder tomar o remédio mais eficaz: pimenta vermelha! Pra mim funciona que é uma beleza. A queimação força a produção de cerotonia pra alivar. Mas tem que queimar em cima, não embaixo. kkkk Forte abraço e mais uma vez, muito obrigado! Força pra você também.
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revolt4d4 em 12 de abril de 2014 às 22:43:40»
O Alienista, Machado de Assis [2]
Eu pergunto, quem sabe o que é a loucura?
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PadreTorque em 12 de abril de 2014 às 20:44:11»
Somos loucos (?) para que o mundo não perceba nossa lucidez. (?)
:-/
.Tyr em 12 de abril de 2014 às 19:30:49»
Não vou entrar no mérito da questão. Vou ser vago e dispersivo (pra variar), mas vi uma história similar com um amigo (né?) onde muda pouca coisa, alguns personagens, algumas situações, nomes e quantidade. Demora muito tempo pra se tocar o que na verdade esta havendo. Perdoar é necessário, não dá pra culpar um doente pela doença. Agora uma coisa posso dizer; Se deu conta de entender isso, nessa altura do campeonato o meu primeiro comentário volta nesse ponto. Ai basta constatar onde quis chegar. Numa brincadeira disse algo bem sério. Mais do que mesmo pude supor.

Edgar, abração.
Elson Antonio Gomes em 12 de abril de 2014 às 19:00:53»
Caro "LUKESCHIMMEL" não tenho nenhuma intensão em te ofender, mas creio que entendi totalmente o que vc quis dizer com a sua confusão.

Se eu estiver equivocado, pode dizer a vontade.

Doença mental não é somente aquilo que vimos em filmes em documentários sobre hospícios. Isso é a forma mais grave de doença mental. Mas tem as mais amenas. Um exemplo: O rei cantor Roberto Carlos, se não estiver errado, tem TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Isso é uma doença mental e ele leva uma vida totalmente normal.

No meu caso e do nosso amigo "EDGAR ROCHA", temos depressão. Depressão é a falta de uma (ou algumas) certa substancia no cérebro que acaba interferindo em nossa vida. A principal substancia, se não estiver enganado, é a serotonina. O cérebro do depressivo não a fabrica e precisamos desta substancia.

No caso do "EDGAR" eu não sei, mas eu tenho que tomar a dosagem máxima da fluoxetina que são 03 capsulas. Se algum médico receitar mais do que isso, ele está cometendo um erro.

O "EDGAR" cita a insonia. A insonia é uma consequência da depressão. Por isso que tomo 02 Rivotril, que é calmante e ajuda a dormir. A ansiedade também, mas não tanto quanto a insonia.

Só que por causa da falta de conhecimento, não somente da população, mas também dos médicos, pois a última vez que li uma bula desses remédios que tomo, estava bem claro que estava em fase de teste, fica difícil da pessoa que não tem a doença entender. Tanto que para meu pai e meu irmão, eu sou um vagabundo, eles não entendem esta doença.

Se vc ou qualquer pessoa conversar comigo (digo isso pq me enxergo e me ponho no lugar das pessoas) pessoalmente, vai dizer que estou mentindo, que não tenho nada, pois não aparento.

Como faço tratamento pelo SUS e todos sabem como é maravilhoso, eu já tive uns 04 psiquiatras me atendendo, pois nunca para um definitivamente. Então sem desrespeitar o profissional que estudou para isso, faço minhas pesquisas particulares e numa delas vi que fazer exercícios ajuda muito no tratamento. Fiz um plano de seis meses numa academia e fiquei seis meses sem tomar remédio. Pois na minha primeira consulta que tive, deixei bem claro que não gostava e não gosto de remédio. Mas infelizmente acabou meu plano e tive que voltar a toma-los de novo. Tenho depressão desde os 05, 06 anos, mas fui saber o que realmente era aos 36 anos de vida. Antes achava que era anêmico, preguiçoso e até vagabundo mesmo. E nunca fui agressivo, muito pelo contrario, sou o maior pacato. Debato, argumento, sou difícil de dar o braço a torcer. Mas sempre dentro de um limite de respeito, sem xingar; e agressão física então esquece. Só em ultimo caso e se eu já levei a primeira.

Então caro "LUKESCHIMMEL" espero que tenha ajudado a diminuir sua confusão. Se não diz que tento de novo.

Faloouuuu!!!!!
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LukeSchimmel em 12 de abril de 2014 às 17:37:34»
Talvez nunca. Talvez, não são coisas que passam... sei lá, confuso.
Ah.... medicação para pessoas com doenças mentais não é assim "é doente, tome isto e isto"...
Só se medica pessoas com doenças mentais se demonstrarem tendencias agressivas ou suicidas. Se você tem doença mental e precisa tomar remédio, NÃO PARE sem o conselho do seu medico. Nunca, NUNCA, da certo.
Às pessoas que tomam para ansiedade, insonia... deve-se lembrar que muitas delas vão ao médico justamente procurando remédios.
Elson Antonio Gomes em 12 de abril de 2014 às 14:45:43»
Perdoa totalmente sim "EDGAR ROCHA". Será bom para vc.

Tenho uma boa noção do que vc está sentindo, pois o que muda de mim para vc é que vc presenciou e sentiu na pele as agressões. Eu somente senti na pele.

Não tenho a coragem que vc teve de dar este testemunho, até pq a pessoa que me agrediu, tenta me agredir e sei que poderá me agredir num futuro, pois ela ainda vive e espero que viva bastante. Não sinto ódio não, sinto pena!

Por isso que no meu comentário lá em baixo eu brinco com meus remédios.

A vida me ensinou a se esquivar, mas as vezes sou acertado.

Não podemos mudar o passado, mas eu sigo uma equação:

passado + presente = futuro

Isso não significa que saberemos exatamente o futuro, impossível, mas nos dá uma ideia de como poderá ser, sendo assim, nos preparamos.

FORÇA AMIGO, FORÇA!

E vc está muito certo de que estas coisas são comuns, mas as pessoas fingem que nada aconteceu ou acontece.

Mas tenho certeza que pela quantidade de leitores que o Luisão tem aqui em seu site, este seu testemunho ajudará a amenizar a dor de muita gente.

PARABÉNS EDGAR ROCHA!!!!
güneş em 12 de abril de 2014 às 14:41:06»
O seu último comentário me encheu de satisfação Edgar.
Uma das coisas que as pessoas raramente entendem em outras é essa capacidade de perdoar ou, se não tanto, de entender o que acontece dentro de uma pessoa perturbada.
Você é uma pessoa especial por conseguir entender que nossas experiências podem nos moldar para o bem ou para o mal, dependendo do entendimento de cada um.
Você sofreu mas conseguiu em parte superar e se tornar uma pessoa coerente e boa. Caso inverso de tantas outras que usam suas más experiência para machucar os seus semelhantes.
.Tyr em 12 de abril de 2014 às 14:29:08»
É assim que se fala!
Toma ai meu like!
Edgar Rocha em 12 de abril de 2014 às 13:00:45»
Por favor, não sinta pena, não. Estas coisas são muito mais comuns do que você pensa. Sobrevivi. Não impunemente. Tenho uma insônia incurável, e depressão, a qual aprendi a dominar e reconhcer. Mas, o melhor de tudo é que sei muito bem definir o perfil de quem já sofreu abuso, ou muito mais do que isto, indignar-me. Nossa cultura, é cruel, de fato. Não duvide disso! A gente não pode deixar de se horrorizar e pesar as consequências do que fazemos, ou do que vemos na vida. Por ironia, quando minha mãe morreu, estava sozinho com ela. Tentei reanimá-la, mas não deu tempo. Vi o preço que ela mesma pagou por ter agido desta forma com os filhos (isto aconteceu comigo, mas sou o caçula de oito). Ninguém a bandonou, mas aquele aconchego, aquela coisa a qual esperamos que ocorra num momento maior, não ocorreu. Cuidamos dela por doze anos com demência. Também não foi fácil pra ela. Não podemos oferecer o que não recebemos, por mais esforçados que sejamos. De qualquer forma, apesr de não ter concluído o curso de História, aprendi a relevância dos fatos na vida de um ser humano. Sou péssimo de memória, mas acho que foi Freud que afirmou que 'o menino é o pai do homem'. Tive então, diante daquele impasse, o de cuidar de uma pessoa cruel, que descobrir as origens desta conduta. Aprendi que traumas, muito mais do que marcas psicológicas, ~soa físicas. A cada situação de destrato e de impasse emocional, morre-se uma pontinha do cérebro. A extensão da lesão depende da gravidade e da continuidade do processo. No caso de minha mãe, tive de descobrir as razões pelas quais ela se tornou assim. Imagine uma mulher quepassou a vida parindo. Perdeu inúmeras gestações e teve de criar filhos em situação de quase miséria. E, muito mais que isto, advém de uma família abastada, num passado o qual ela não desfrutara. A História é longa por demais. Resumindo: descobri que uma geração inteira de brasileiros nasceu para servir aos que não abriram mão do poder absoluto sobre o outro e não era muito chegada ao trabalho. Minha avó foi sinhazinha. Teve escravos antes de se casar. Quando a abolição chegou de fato aos rincões de Minas, a mão de obra disponível para o modo de vida que tinham eram os filhos. assim foi criada minha mãe e muitos de nossos velhos. Entende? Isto explica um pouco minha vida e a de tantos brasileiros. Desculpe. Sou chato pra escrever. Ansioso pra me comunicar. Mas, imagine os traumas de quem não conhece outra forma de relação que não seja o chicote. Não sei se perdoo totalmente, mas entendo.
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Admin em 12 de abril de 2014 às 11:33:44»
Eu nem sei o que dizer Edgar. Escrevi e apaguei um par de vezes. Em quase 10 anos de MDig eu nunca li um relato tão forte e amargo.

Sinto muito! Força amigo!

Abraços fraternos!
.Tyr em 12 de abril de 2014 às 03:18:13»
Edgar, bom amigo, fique sabendo que possuir uma memória assim nos faz loucos. Os detalhes dos fatos guardados deveriam ser uma benção, mas se tornam uma maldição. Isso chama-se memória eidética. Uma esponja que ao longo dos anos absorve tudo e quando diz lembrar-se disso te olham com cara de espanto e pensam "É doido", mas não, isso é o jeito mais fácil de negar os erros que cometeram e assim desacreditar a pessoa.
Torne o problema em vantagem e tire proveito. (Comigo funciona!)
E como ouvi por ai "Loucura as vezes é ter um ponto de vista diferente e mais louco ainda é mostra-lo" ou se preferir "Quando acabar o maluco sou eu!" - Um tal Raul.

E sim, seu texto é a cura da insonia, vou voltar pra cama. lol
.Tyr em 12 de abril de 2014 às 03:04:15»
"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música." -
Friedrich Nietzsche

É isso que quis dizer fulano?
fulano de tal em 12 de abril de 2014 às 00:45:24»
uma coisa eu sei as pessoas te despezam e se afastam de voce se voce tem algum ploblema psicologico
Edgar Rocha em 11 de abril de 2014 às 23:46:32»
Gostaria de dar aqui meu testemuno pessoal (o Tyr nem precisa ler, porque vai ser longo e depois ele vai ter motivos de sobra pra se divertir. brincadeira, pode ler, sim, se aguentar).
Quando eu tinha nove anos presenciei uma cena muito violenta aqui em casa. Minha mãe estava alterada com minha irmã (os motivos reais, só fui saber depois). Ela a agrediu violentamente na minha presença e a botou pra fora de casa. A alegação é a de que (pasmem!) minha irmã queria me levar a um passeio contra a vontade de minha santa mãezinha. Depois do ocorrido, ela tentou fazer com que eu, a única testemunha, calasse a boca, a fim de que sua versão fosse a única sobre o fato. A doce senhora, a que todos os vizinhos adoravam e respeitavam, disse que fora agredida pela filha e que esta catou as coisas e foi embora. Um abandono da filhinha desnaturada. Enfim, para que eu me segurasse, fui constantemente ameaçado. Não podia ficar sozinho, sequer dormir ou comer, sem sofrer uma enorme torutra psicológica, em que eu era humilhado, pisoteado, agredido fisicamente, sem que ninguém visse (ou se visse, preferia ficar calado, já que a tirania e a credibilidade de minha matrona eram conhecidas e respeitadas). resultado: definhei por seis meses, comia apenas a merenda na escola e não dormia direito quase que todas as noites, o que me levou a anorexia nervosa, problemas cardíacos que tenho até hoje, depressão profunda, insuficiência respiratória e todas as complicações que carrego até atualmente. Quando a escola descobriu, meus pais foram severamente cobrados para que eu fosse a um médico, já que não conseguia mais sequer subir a escadaria da escola. Quase morri. O médico da família, amigo pessoal de meus pais, não me permitia acesso direto. Nunca falei diretamente com ele, nem fiquei sozinho. Fui diagnosticado com problemas mentais e encaminhado a um psiquiatra. Fiz tratamento dos meus nove aos dezesseis anos. Não fiz amizades. As poucas que tive antes do ocorrido se afastaram. Minha mãe se safou e eu fui chamado de louco, pro bem da família e pra mascarar o que seria um escândalo: minha mãe tentou me matar de fome. Ainda hoje, quando argumento de forma discordante com a família, as pessoas fazem cara de paisagem e sequer consideram o que digo. Contudo a natureza impera! Minha mãe desenvolveu mal de Alzheimer. Estava insuportável e seus rompantes violentos, agora, incontroláveis. Recusava-se a ir ao médico e jurou que iria matar um de nós à noite. A Geni aqui, então serviu pra alguma coisa: quando o circo pegou fogo, tive de fazer algo que nunca fiz contra ninguém. Usei a força física pra conter a velha. Acabei chamando a polícia pra mim mesmo, ciente de que havia cometido um crime de agressão contra um idoso. A policial, pra minha surpresa, tranquilizou-me e alertou-me que eu, talvez, estivesse enfartando, devido ao esforço pra me comunicar. Felizmente, ela foi compreensiva (!) e disse-me que atendia casos assim todos os dias. Pessoas dementes eram complicadas pra lidar. O resultado foi o melhor possível: com medo de mim, a velha cedeu e foi à consulta. Segundo a médica, era uma surpresa termos aguentado tanto tempo, já que, a julgar por tudo que lhe foi contado e também pelo grau acelerado e grave da demência, minha mãe já deveria ser uma sociopata muito antes de desenvolver Alzheimer e devia ter sido interditada há muito tempo.

Concluindo, o louco a vida inteira fui eu. Simplesmente por não saber, como um psicopata, como manipular o meio de forma tão hábil quanto minha mãe. Se sou louco hoje? Ainda não sei. Mas, sou limitado. A sociedade, todo o meio que me cercava, acredito, até percebia o que se passava. A loucura, meus amigos é a única doença que se manifesta de fora do paciente pra dentro dele. Quem decide de acordo com a conveniência é o meio. Sempre foi assim. A sanidade de hoje, pode ser loucura manhã. depende da conveniência e de quem a diagnostica, e do poder de fogo de quem a porta. Acho que é isto. Louco, não? Acho que já falei sobre isto antes. Talvez um dejávú... mas, é bom lembrar.
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Politico Honesto em 11 de abril de 2014 às 23:03:25»
O título do post caiu como uma luva, já que definir os limites de diferentes estados e capacidades mentais é bastante complicado. Muitos gênios e filósofos, por exemplo, eram considerados excêntricos, sendo que alguns, por causa de manias que desenvolveram, beiravam até mesmo a loucura, consoante "diagnósticos" de suas respectivas épocas. Como saber se tais manias refletiam algum transtorno mental ou somente uma preocupação comum, apenas numa intensidade maior quando comparada às demais pessoas?
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Redação em 11 de abril de 2014 às 21:25:19»
Angelina é parte de "Alegoria do Triunfo de Vênus", de Agnolo Bronzino. http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Angelo_Bronzino_001.jpg

Bj!
güneş em 11 de abril de 2014 às 21:20:06»
Eu nunca tomei um medicamento sequer contra ansiedade, para dormir...mesmo quando passei por algum momento realmente deprimente ou desgastante ao extremo.
Eu sou louca.

Falando sério: esse é esse tempo que toda emoção humana - tristeza, ansiedade, impaciência, dor, arroubos de alegria, é tratada como transtorno e com medicamentos.

Isso é particularmente nocivo quando envolve crianças.
Imaginem uma indústria inteira servindo a doenças fictícias?

Não quero dizer que não existam as reais, que isso fique claro, só que querem que um ser humano deixe de expressar emoções?

O diretor de uma das mais importantes e ricas fábricas de medicamentos, a Merck, disse há uns 30 anos atrás que sonhava com vender medicamentos para pessoas saudáveis pq assim venderia para toda a população. Esse sonho se tornou realidade.

Ser normal não é deixar de sentir uma gama de emoções, afinal a vida nos impõe situações que envolvem fortes emoções, que por sua vez geram experiências e comportamentos que podem fugir aos limites por vezes.
Não somos robôs!

Todo mundo se estressa de vez em quando, grita, tem vontade de chorar ou de rir ou fica com insônia. O uso de medicamentos deveria ser melhor especificado e receitado para aqueles que realmente podem entrar em colapso mental.

Infelizmente na psiquiatria ainda se engatinha, ainda tem muito charlatão, ainda visam muito o lucro...
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Angelina em 11 de abril de 2014 às 20:27:59»
Ah, Admin, você sabe de que pintura é aquela imagem pequena, de um rosto, no começo do texto?
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Angelina em 11 de abril de 2014 às 20:22:29»
Diga a alguém que tal pessoa tem problemas mentais. Se ele acreditar, ele vai começar a ver a tal pessoa com outros olhos, buscando qualquer atitude que o faça louco, fica mais observador quanto a isso. Geralmente acontece isso em fofocas, sobre vários temas.
Isso me lembra Machado de Assis com seus personagens, e aquele livrinho do Pedro Bandeira...
Davi em 11 de abril de 2014 às 17:35:21»
Acho que a loucura pode ser que nem um patógeno. Em algumas ocasiões, o paciente nem precisa ir ao hospital, uma gripe normal, por exemplo, ou outro caso ele precise ficar internado por vários dias, uma pneumonia severa. No fim, todos estão doentes, mas alguns necessitam ficar internados e outros podem continuar a vida tranquilo.

Os loucos a mesma coisa, alguns tem loucura aguda e outros podem continuar a vida com problemas muito menores.
Shirley em 11 de abril de 2014 às 17:31:25»
O Alienista, Machado de Assis
Elson Antonio Gomes em 11 de abril de 2014 às 16:59:41»
Isso é assunto 'pra mais de metro'. Mas costumo resumir que nossa mente é como o universo. Quanto mais se descobre, mais se tem para descobrir.

E Rivotril não dopa muito não. Tomo 02 às 16hs para ir poder dormir as 23:30hs. Fora os 03 Fluoxetina que tomo pela manhã.