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Comentários

Karina Soares em 02 de fevereiro de 2015 às 12:58:08»
"...Assegura que dividir as pessoas em homens e mulheres é tão errado quanto dividir em brancos e negros..."

Esta declaração me fez lembrar deste post:
Duríssimo golpe contra a “ideologia de gênero” nos países nórdicos
http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=33021
sorrowfully em 31 de janeiro de 2015 às 18:12:12»
O "amor" pode ter sido um dos fatores que a levaram a fazer a mudança de sexo, mas, pelo que entendi, essa foi só uma desculpa para fazer algo que ela já tinha vontade há muito tempo, mas que não tinha tido a oportunidade. A única parte que eu achei realmente bizarra foi de Martin ter, além de tudo, criado uma religião õ.õ pra quê isso?
caiopa em 31 de janeiro de 2015 às 13:51:28»
"a vida de Martin deu um giro de 360 graus" é bom, heim?
Eu confesso que não entendo essas pessoas que "lutam" pelo amor dos outros. Eu acha que vc deve amar quem tem ama.
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PadreTorque em 31 de janeiro de 2015 às 13:16:39»
Eu, heim ?
Sei lá...
Se elas estão felizes, então tá !
:-/
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Marya em 31 de janeiro de 2015 às 07:13:44»
Já vi humano se casar com uma humana cega, e nem por isso ele desejou ficar cego. Já vi humano casar com cadeirante, e nem por isso ele desejou ficar cadeirante. Já vi humano se casar com humano de religião diferente e,ou ateu, e nem por isso se sentiu na obrigação de mudar sua crença...
Será que é obrigatório o humano ficar igual ao outro que ama? Afinal o que os uniu não foi o amor? O amor que uniu dois humanos diferentes para que se amassem com suas diferenças?
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Haiduqque em 31 de janeiro de 2015 às 01:51:10»
Nunca mudaria de sexo por amor. De cidade ou de país, sim, para poder viver esse amor, que teria de ser bem forte pra justificar essa mudança. Há milhões de humanos que o fazem, mas não serão noticia por essa razão.
A notícia do caso destes humanos é diferente e as suas motivações são exclusivas e pessoais.

É sempre interessante observar o ponto de rutura em que o respeito pela liberdade alheia é confrontado com casos extremos como este. Os humanos, enquanto seres sociais, afirmam respeitar a liberdade e as opções individuais dos outros humanos, mas impõem um limite. Onde colocamos esse limite diz muito sobre cada um de nós.

O aspeto que, para mim, é realmente bizarro, é colar à notícia a informação de a pessoa ser uma "mulher bem sucedida". Que falta faz essa informação para o caso? Transmitir a ideia que ela não é, portanto, uma mulher qualquer, uma "fracassada", uma banal operária ou uma simples funcionária, isso é muito significativo. Carrega, na sua essência, um outro preconceito social, este mais abrangente e com mais vítimas. Ao mesmo tempo parece querer caucionar uma opção pessoal - todo o mundo deve aceitar a sua opção porque essa mulher é "muito importante".
Strychnine em 30 de janeiro de 2015 às 22:56:54»
Aberrações da natureza. este mundo está cada vez mais podre..
Isabela em 30 de janeiro de 2015 às 22:46:33»
Surpreendente.
zé rosquinha em 30 de janeiro de 2015 às 22:24:02»
Para mim é besteira, e tem que pensar bem, pq depois para mudar de novo...
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Marya em 30 de janeiro de 2015 às 19:13:02»
Antes de responder a pergunta, deixe-me ver se entendi o texto; Martine amava Bina que era Bino mas namorou Martin que pensava em ser Martine mas nunca concretizou o fato porque amava Bino que na verdade era Bina, que se casou com Martin, por isso Martine mudou o Martin para segurar Bina que não gostava de Martin mas queria Martine, por isso Bina queria ser Bino mas desistiu porque Martin se transformou em Martine para agradar a Bina. É isso! Não, péra...