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Comentários

Anônimo? em 27 de setembro de 2017 às 13:09:54»
Nos anos 70 o modismo era a tal da
disritmia(evidenciada em aparelhos de eletroencefalografia). Bastava a criança ser um pouco mais agitada, ou demonstrar alguma ansiedade que o diagnóstico, e consequente medicação, era inevitável.Alguns poucos psicólogos chegaram a questionar a questão. Afirmavam que muitas vezes era negligências dos pais na educação e ambiente familiar que causavam comportamentos tidos como "sintomas" de disritmia.Afirmavam ainda que a aceitação do conceito de disritmia era conveniente a muitos pais e educadores, por isto sua aceitação.Alguns poucos neurologistas afirmavam ainda que os aparelhos de eletroencefalografia da época não tinham precisão para tais diagnósticos e que mesmo uma refeição fora de hora ou agitação devida ao exame poderiam provocar anomalias de leitura.Mas o conceito de disritmia era aceito por todos e muitas vezes ouvi pais comentando a respeito sobre seus filhos ou de outros. Hoje este conceito é desconhecido pela maioria da população e não mais falado.Nem o corretor ortográfico o reconhece smile
anonimo 4587 em 26 de setembro de 2017 às 22:19:29»
Concordo. Meu filho era hiper agitado, levado, disperso. Foi diagnosticado com TDAH mas eu ignorei a prescrição médica e não tem Ritalina para ele. Perdeu um ano na escola mas está evoluindo naturalmente a medida que vai crescendo e amadurecendo (como todas as crianças)sem ajuda de medicamentos. Não me arrependo de não ter dado ritalina. um ano perdido na escola não é nada comparado ao estrago que o medicamento faz a longo prazo. Aqui no Brasil, a maioria dos pediatras confundem a agitação normal da infância com doença e toma-lhe ritalina para sedar a alegria e a disposição infantil.