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Comentários

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Hell Back em 04 de junho de 2009 às 17:29:15»
Josias achando aquilo tudo muito estranho e enfadonho, acrescentou: Que historinha mais maluca Aninha! E daí? O que o cú tem a ver com as calças?
Caio G. em 06 de maio de 2009 às 17:11:58»
Eh pra trinkar o bico mesmo nem tem como...
ai pessoal fera mesmo entra nessa Jogada xD

Abraço!
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Lucy em 01 de maio de 2009 às 12:37:08»
kkkkkkk
a historia da vida real ta mais engraçada, essa ki a maria fala ki ninguem gosta dela só da portuguesa, o admini bem ki podia juntar os comentarios e montar uma historia pra gente continuar...
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Izabela Sabrina em 30 de abril de 2009 às 19:31:29»
Portuguesa,

tua opinião está legal, foi isso mesmo que foi feito na saga do vovô Epaminondas e ficou super legal...

você está certa... só que, depois da saga do vovô Epaminondas, parece que todo mundo perdeu a inspiração...
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Izabela Sabrina em 30 de abril de 2009 às 19:09:10»
Óh céus...

primeiro é o Nelson a gostar da Portuguesa e me dar as costas...

agora é o Evil... óh raios...
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Izabela Sabrina em 30 de abril de 2009 às 19:03:43»
sniif... cry
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Izabela Sabrina em 30 de abril de 2009 às 19:02:45»
... e de mim Evil? Você não gosta ? sad
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Evil em 30 de abril de 2009 às 17:11:16»
Portuga... não precisa nem continuar... só o que vc escreveu já é 10 !!! clap
Gosto muito de vc... ha... se não fossem êsses bigodes pá...!!! sha lol rolleyes
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Izabela Sabrina em 30 de abril de 2009 às 15:59:59»
Portuguesa,

então tente continuar a estória de onde parou...
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Evil em 29 de abril de 2009 às 22:15:12»
Acho que não passa também... rolleyes evil
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Evil em 29 de abril de 2009 às 22:14:33»
Entregou-se nas mãos da castradora, fez uma lipo, colocou silicone, comprou umas roupitchas sexy, e lançou-se na night como "mulher mandioca"... lol twisted
Castradora em 29 de abril de 2009 às 20:14:30»
Josias como vários orfãos tem essa péssima mania de querer saber quem foi seus progenitores, na cabeça deles historias maravilhosas e sofridas passam " ai meu pai queria ficar comigo, mas a sociedade não permitia, ele era casado com uma mulher rica e dona de toda a fazenda que o sustentava, pois ele era um pobre lenhado que só tinha nome e então casou com uma sinhazinha rica e feia , medonha, que o obrigava a ficar do lado dela, por isso ele não pode me assumi" então quando em busca de sua verdadeira historia, ele se depara com um carrancudo comedor de escravas, que passava o rodo em todas, das feias as bonitas, para se sentir o macho reprodutor, que como Josias, tinha vários rebentos espalhados por ai, das noitadas de esbornias que ele tinha com uma,, duas, três , quatro, cinco escravas de uma vez só( e olha que o viagra nem era inventado, mas o leite da vaca era potente dava forças kkkk). tendo descoberto isso, por um avô carrancudo que teve um prazer enorme de dizer tudo isso nas fuça de Josias, ele sai desnortiado, sem saber ao certo o que fazer da vida, se morreria ou seria como seu pai, passaria a comer todas as mulheres que passassem pela frente dele, essa opção o atraia muito, mas ser um homem tremendamente feio, não o ajudava muito, então o que fazer? Foi então que ele teve uma luz no fim do túnel...............
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Coelhinha em 26 de abril de 2009 às 19:18:29»
... à quilometros dali, Zulmira avisa sinhá Aninha de que Josias é inocente e está bem, e diz que no dia seguinte de manhã irá levar sinhá Aninha para visitar Josias.
Todos estão no velório do padre quando ouve-se um barulho:
- Pocotó!, pocotó!, pocotó... ! ...
Som de cavalo correndo pela praça disparado, é soldado Mané que sai na captura de Josias, porém o delegado dá um grito:
- Manééé !! Você esqueceu sua arma !
Mané volta correndo, e o delegado diz:
- Como vai capturar o fugitivo sem uma arma?
- Pois não senhor delegado, já peguei a arma.
- Pocotó, pocotó, pocotó...
- Soldado Mané !! Você esqueceu as balas!
E torna a voltar o Mané:
- Sim senhor, senhor delegado, já peguei as balas.
- E veja se não esquece a cabeça desta vez! Esbraveja o delegado.
E lá vai nosso intrépido soldado Mané...
Pocotó, pocotó, pocotó...
- Soldado Mané! Você pegou o cavalo errado !! Seu imbecil !!!
E novamente retorna o soldado:
- Senhor, desculpe senhor, já estou com o cavalo certo.
Nisso o delegado diz ao escrivão:
- Lembre-me de mandar uma carta para a capital pedindo outro soldado, antes que a minha ulcera exploda...
E lá vai soldado Mané na captura de Josias...

Enquanto isso...
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Izabela Sabrina em 24 de abril de 2009 às 12:01:18»
... a todos os envolvidos no negócio, ou seja, o delegado e o guarda Mané da delegacia, eles precisam começar a trabalhar para que Josias seja capturado e preso por assassinato e depois fuja da cadeia com ajuda do guarda Mané, e quando Josias atender ao chamado do coronel Tibúrcio, eu mato o coronel também, assim o pegamos em flagrante e o entregamos ao delegado para ser condenado à morte.
- Isso Juju, assim nos livramos do padre que sabia o segredo, do chato do meu marido e do Josias, com isso, a fazenda passa todinha para meu nome e poderemos nos casar, pois como Josias estará morto, não poderá reclamar a parte dele na herança.
- Sim mas, fale baixo patroa, ninguém pode saber que Josias é filho do coronel.

Dando continuidade ao negócio, o delegado e seu ajudante, guarda Mané, saem à captura de Josias.
À alguns quilometros dali, na caverna, Josias conversa com o velho Benedito...
- Sabe vovô Dito, eu queria tanto descobrir quem era meu pai, mas agora com a morte do padre Jonas nunca poderei saber.
- Nunca poderá lamber? Mas lamber o que meu fio ?
- Saber vovô, saber !...
- Ah sim, claro, saber... saber... mas não se amofine meu fio, vovô Dito sabe de tudo...
- O que !! Você sabe vovô ?! Sabe quem é meu pai?! Mas como? Quem? De que maneira?
- Eu estava lá moleque, naquela tarde chuvosa de 1800 e... e... e não lembro mais quanto... sua mãe, a negra Florença... tão linda... começou a sentir as dores do parto... os patrão lá da fazenda não ligaram não, porém o coronel Tibúrcio foi o único que pareceu se importar... mandou o capataz Julião chamar um médico, mas não adiantou porque com aquela tempestade toda, a rua de terra ficou sem condições e cavalgar, e você acabou nascendo ali, no abrigo dos negros, sem médico, só a velha Chica para ajudar no parto...
Porém, a negrada que ali estava ficou intrigada com a presença de uma visita inesperada... coronel Tibúrcio...
- Coronel Tibúrcio !?
- Esse mesmo... apareceu por lá, te pegou nos braços, beijou sua mãe na testa e depois voltou para a casa grande, antes esbravejou que se algum negro de lá dissesse alguma coisa do que aconteceu ele mataria... no dia seguinte quatro negros amanheceram mortos, só ficaram as negras velhas e a sua mãe e eu... talvez o coronel sentiu pena de mim por eu ser sempre obediente à ele e me poupou a vida, mas, desde aquele dia me mandava surrar todos os dias... talvez para que eu não esquecesse de ficar com a boca fechada...
- Não me diga vovô Dito... então o coronel é o meu pai?! E é por isso que você apanhava tanto sem motivo!...
- Sim meu fio... e você sempre me levava água... lembra ?
- Lembro sim, eu achava aquilo injusto, tinha vontade de matar o coronel...
- Andar de carrocel ?
- Não vovô... matar o coronel, matar o coronel !...
- Ah sim... sim meu fio...
- Quer dizer vovô, que então eu sou filho do coronel... e ele é meu pai...
- Não, ele não é do Paraguai...
- Meu pai vovô Dito!... meu pai!
- Ah sim, sim, ele é teu pai, ele é teu pai sim, tenho certeza disso... ele contou pro padre Jonas, queria que o padre ficasse te criando, mas o padre não tinha lugar pro cê na igreja... mas que judiação que fizeram com o padre... é... essa história está estranha... por que diabos mataram o padre?...
- Não sei vô Dito, mas agora todos pensam que fui eu... o que farei vô Dito?
- Ih meu fio... fica aqui comigo até esquecerem...
- Mas vô, preciso falar com o coronel, quero que ele saiba que sei que sou seu filho.
- roubou novilho?
- Que sou seu filho vô Dito ! Que sou seu filho !
- Ah sim, sim... seu fio...

Mas, enquanto isso, à quilometros dali...
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Izabela Sabrina em 23 de abril de 2009 às 16:17:31»
Zulmira! A negrinha escrava que guardava em seu peito uma secreta paixão, dama de compania de sinhá Aninha, Zulmira conhecera Josias nos dias em que ia entregar bilhetinhos de Sinhá Aninha para Josias, quando esta não podia se ausentar de casa.

Zulmira vira tudo o que aconteceu na igreja e sabia que Josias era inocente, negrinha bondosa como era, quis ajudar o namorado de sua patroa, escondendo-o dos olhos de toda aquela gente.

- Rápido, vem com eu que eu sei de um lugar que ninguém vai te encontrar.
Josias e Zulmira desaparecem na mata adentro, ao lado do rio, de fronte a cachoeira, uma caverna era camuflada pelo arvoredo, ninguém do vilarejo se atrevia a aparecer por lá, a caverna tinha fama de ser o lar de onças pintadas, mas, na verdade fora o lar de Benedito, um velho escravo doente que de tanto apanhar ficou surdo e cego de um olho, e não servia mais para o serviço, como não tinha onde morar foi morar ali, e desde então convivia pacificamente com a natureza.
Vovô Benedito gostava muito de Josias, quando pendurado no pelourinho para apanhar, Josias sempre lhe levava água.
Tendo a sua mãe como única parente, via em vovô Benedito um avô que nunca teve.
- Pronto, disse Zulmira, fica aí com vovô Benedito até passar o alvoroço, depois eu venho aqui pra chamá ocê.
- Vovô Benedito ! É aqui que o senhor se esconde?! Ah que saudades !
- Que foi que você disse meu fio? Fala mais alto que vovô Dito não ouve bem...
Enquanto isso, lá no vilarejo, Sinhá Aninha já está a par do ocorrido, aflita julga que seu amado se tornara um criminoso.
Então, dona Maria da Penha, que a esta altura acusara determinantemente Josias da morte de padre Jonas, resolve fazer os preparativos do enterro do sacerdote.
Nesse momento...
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Megatron em 23 de abril de 2009 às 14:50:12»
O capataz saia às pressas, não sem antes deixar escapar sua tenebrosa gargalhada:
- Ahahuhuahahauhuahauhauahhaauhahhauhauhau!!!
Josias vira-se, atônito, em direção ao religioso, cujas vestes começava a ganhar tonalidades escarlates.
- Padre Jonas! Padre Jonas! Nããããooo!!!
- Ca-ca-calma, Jo-sias... - balbucia entrecortadamente o pobre padre - Que seja feita... feita a vontade de Deus...
- Mas padre, de quem sou filho?! - diz, com aflição o recém alforriado.
- Seu pai... seu pai é...
- Quem, quem?!?!
- É... é...
- Pois não, quem?!
- Ele é...
- Quem?!?!
- Seu pai é...
- P%t@ que p@riu, homem!!! Desembucha antes de bater as botas!!! - exclama Josias, enquanto segurava o moribundo pelo colarinho e o sacudia como se fosse um boneco.
- Seu pai é... oowhwowh...
- Oh, não... o padre Jonas pisou no pego e murchou... Céus!!! Ainda não sei quem é meu pai! Maldição!
Ajoelhado, com o ensanguentado religioso nos braços, Josias se dá conta de que uma multidão começa a correr em direção à igreja para ver o que acontecera.
- É aquele infeliz! - brada um homem.
- Ele matou o padre! - completa outro.
Aos poucos mais e mais gente se aglomera na entrada da igreja para tomar pé dos acontecimentos.
- Psiu! Psiu! Ei, Josias!
Eis que, ao olhar para a porta da sacristia, surge alguém que jamais Josias pensara que lhe ajudaria, ainda mais em tão complicada situação.
- Venha por aqui, rápido! - quem dizia isso era...
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msp1500 em 23 de abril de 2009 às 12:37:37»
Eis que nesse instante um tremendo barulho de tiro rompe o silêncio daquele igreja, e o padre caiu ao solo com as costas sangrando.
Josias vê um vulto sair correndo dali, e ao passar em frente a uma janela que estava aberta, ele reconheceu o atirador, ainda com a espingarda na mão. Era o capataz da fazenda.
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LoiraInteligente em 23 de abril de 2009 às 12:30:48»
Chegando ao vilarejo, esperou a missa matineira terminar e sair a última pessoa da igreja, D. Maria da Penha. Essa era alta e bastante altiva. Esposa do Coronel tibúrcio, o mesmo que alforriara Josias. D. Maria odiava negros e os desprezava até o cúmulo de nem olhar para um deles, nem para suas dedicadas mucamas. Josias, embora liberto teve medo, um medo que lhe percorreu a alma. A liberdade parecia algo distante e incompreensível. Finalmente entrou na igreja. Era a primeira vez que ali entrava. Negros não podiam conviver no ambiente de brancos, nem na igreja. Ficou embevido com toda aquela paz e tranquilidade. Olhando para os altares se sentiu seguro. Ali ele estava em completa segurança. Se aproximou do altar central e rezou a um Deus que sua mãe o ensinara a amar. Assim de olhos fixos na imagem do Cristo,que Padre Jonas o encontrou. Padre Jonas era português e mesmo vivendo em terras brasileiras a tanto tempo falava com um carregado sotaque que sempre fazia rir Josias. Dessa vez ele não riu.
Era muita ansiedade e medo do desconhecido.
-Josias? Que faz aqui a essa hora?
- Bão, seu padre esqueceu da promessa que me fez?
Afinal hoje vou sabê quem é meu pai?
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Lucy em 23 de abril de 2009 às 12:30:00»
pegou então seu cavalo branco ki o deixava ainda mais parecido com um principe montou e resouveu ir até o vilarejo falar com o padre pois afinal ele era o unico ki podia revelar a josias o nome de seu pai, mais nunca o tinha feito por causa ki o segredo só havia sido revelado no confessionario, mas josias estava disposto a saber de kualker jeito de hoje não passa...
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Coelhinha em 23 de abril de 2009 às 12:22:41»
Sim, foi mesmo, Josias queria saber quem era seu pai, pois vivia sem sorte, sem terra e sem lar.
Ninguém lhe oferecia um feliz lenitivo. Era rude e cativo, não tinha liberdade. A roça era seu mundo e também sua escola, e seu braço era a ferramenta do seu ganha pão.
De noite vivia na sua palhoça, de dia na roça de enxada na mão,
julgando que Deus era um pai vingativo, não via o motivo da sua opressão.

Pensava consigo, quem será meu pai? Padre Jonas terá que me revelar...
mas num momento veio-lhe à mente um pensamento infeliz...
e se for filho de um covarde ?
Não, não queria ser, preferia nunca saber, mas estava dividido, não aguentava mais a curiosidade.
Então, à caminho do vilarejo, eis que surge à sua frente...
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CriticoBr em 23 de abril de 2009 às 11:51:29»
Foi então que numa tarde chuvosa...Josias fazendo a cabeça com seu charutão de maconha pensou:

- Porra, vou procurar meu pai aquele filho de uma égua

E assim...Josias foi ao encontro do desconhecido
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msp1500 em 23 de abril de 2009 às 11:20:21»
Josias tinha como única lembrança de seu pai as histórias que sua mãe lhe contava, falando sobre as caçadas que ele fazia, as pescarias, contava-lhe que era uma pessoa muito honesta, mas nunca lhe revelara o nome.