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Comentários

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Hell Back em 04 de junho de 2009 às 17:29:15»
Josias achando aquilo tudo muito estranho e enfadonho, acrescentou: Que historinha mais maluca Aninha! E daí? O que o cú tem a ver com as calças?
Caio G. em 06 de maio de 2009 às 17:11:58»
Eh pra trinkar o bico mesmo nem tem como...
ai pessoal fera mesmo entra nessa Jogada xD

Abraço!
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Lucy em 01 de maio de 2009 às 12:37:08»
kkkkkkk
a historia da vida real ta mais engraçada, essa ki a maria fala ki ninguem gosta dela só da portuguesa, o admini bem ki podia juntar os comentarios e montar uma historia pra gente continuar...
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Evil em 30 de abril de 2009 às 17:11:16»
Portuga... não precisa nem continuar... só o que vc escreveu já é 10 !!! clap
Gosto muito de vc... ha... se não fossem êsses bigodes pá...!!! sha lol rolleyes
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Evil em 29 de abril de 2009 às 22:15:12»
Acho que não passa também... rolleyes evil
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Evil em 29 de abril de 2009 às 22:14:33»
Entregou-se nas mãos da castradora, fez uma lipo, colocou silicone, comprou umas roupitchas sexy, e lançou-se na night como "mulher mandioca"... lol twisted
Castradora em 29 de abril de 2009 às 20:14:30»
Josias como vários orfãos tem essa péssima mania de querer saber quem foi seus progenitores, na cabeça deles historias maravilhosas e sofridas passam " ai meu pai queria ficar comigo, mas a sociedade não permitia, ele era casado com uma mulher rica e dona de toda a fazenda que o sustentava, pois ele era um pobre lenhado que só tinha nome e então casou com uma sinhazinha rica e feia , medonha, que o obrigava a ficar do lado dela, por isso ele não pode me assumi" então quando em busca de sua verdadeira historia, ele se depara com um carrancudo comedor de escravas, que passava o rodo em todas, das feias as bonitas, para se sentir o macho reprodutor, que como Josias, tinha vários rebentos espalhados por ai, das noitadas de esbornias que ele tinha com uma,, duas, três , quatro, cinco escravas de uma vez só( e olha que o viagra nem era inventado, mas o leite da vaca era potente dava forças kkkk). tendo descoberto isso, por um avô carrancudo que teve um prazer enorme de dizer tudo isso nas fuça de Josias, ele sai desnortiado, sem saber ao certo o que fazer da vida, se morreria ou seria como seu pai, passaria a comer todas as mulheres que passassem pela frente dele, essa opção o atraia muito, mas ser um homem tremendamente feio, não o ajudava muito, então o que fazer? Foi então que ele teve uma luz no fim do túnel...............
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Fanhoso em 26 de abril de 2009 às 19:18:29»
... à quilometros dali, Zulmira avisa sinhá Aninha de que Josias é inocente e está bem, e diz que no dia seguinte de manhã irá levar sinhá Aninha para visitar Josias.
Todos estão no velório do padre quando ouve-se um barulho:
- Pocotó!, pocotó!, pocotó... ! ...
Som de cavalo correndo pela praça disparado, é soldado Mané que sai na captura de Josias, porém o delegado dá um grito:
- Manééé !! Você esqueceu sua arma !
Mané volta correndo, e o delegado diz:
- Como vai capturar o fugitivo sem uma arma?
- Pois não senhor delegado, já peguei a arma.
- Pocotó, pocotó, pocotó...
- Soldado Mané !! Você esqueceu as balas!
E torna a voltar o Mané:
- Sim senhor, senhor delegado, já peguei as balas.
- E veja se não esquece a cabeça desta vez! Esbraveja o delegado.
E lá vai nosso intrépido soldado Mané...
Pocotó, pocotó, pocotó...
- Soldado Mané! Você pegou o cavalo errado !! Seu imbecil !!!
E novamente retorna o soldado:
- Senhor, desculpe senhor, já estou com o cavalo certo.
Nisso o delegado diz ao escrivão:
- Lembre-me de mandar uma carta para a capital pedindo outro soldado, antes que a minha ulcera exploda...
E lá vai soldado Mané na captura de Josias...

Enquanto isso...
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Megatron em 23 de abril de 2009 às 14:50:12»
O capataz saia às pressas, não sem antes deixar escapar sua tenebrosa gargalhada:
- Ahahuhuahahauhuahauhauahhaauhahhauhauhau!!!
Josias vira-se, atônito, em direção ao religioso, cujas vestes começava a ganhar tonalidades escarlates.
- Padre Jonas! Padre Jonas! Nããããooo!!!
- Ca-ca-calma, Jo-sias... - balbucia entrecortadamente o pobre padre - Que seja feita... feita a vontade de Deus...
- Mas padre, de quem sou filho?! - diz, com aflição o recém alforriado.
- Seu pai... seu pai é...
- Quem, quem?!?!
- É... é...
- Pois não, quem?!
- Ele é...
- Quem?!?!
- Seu pai é...
- P%t@ que p@riu, homem!!! Desembucha antes de bater as botas!!! - exclama Josias, enquanto segurava o moribundo pelo colarinho e o sacudia como se fosse um boneco.
- Seu pai é... oowhwowh...
- Oh, não... o padre Jonas pisou no pego e murchou... Céus!!! Ainda não sei quem é meu pai! Maldição!
Ajoelhado, com o ensanguentado religioso nos braços, Josias se dá conta de que uma multidão começa a correr em direção à igreja para ver o que acontecera.
- É aquele infeliz! - brada um homem.
- Ele matou o padre! - completa outro.
Aos poucos mais e mais gente se aglomera na entrada da igreja para tomar pé dos acontecimentos.
- Psiu! Psiu! Ei, Josias!
Eis que, ao olhar para a porta da sacristia, surge alguém que jamais Josias pensara que lhe ajudaria, ainda mais em tão complicada situação.
- Venha por aqui, rápido! - quem dizia isso era...
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msp1500 em 23 de abril de 2009 às 12:37:37»
Eis que nesse instante um tremendo barulho de tiro rompe o silêncio daquele igreja, e o padre caiu ao solo com as costas sangrando.
Josias vê um vulto sair correndo dali, e ao passar em frente a uma janela que estava aberta, ele reconheceu o atirador, ainda com a espingarda na mão. Era o capataz da fazenda.
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LoiraInteligente em 23 de abril de 2009 às 12:30:48»
Chegando ao vilarejo, esperou a missa matineira terminar e sair a última pessoa da igreja, D. Maria da Penha. Essa era alta e bastante altiva. Esposa do Coronel tibúrcio, o mesmo que alforriara Josias. D. Maria odiava negros e os desprezava até o cúmulo de nem olhar para um deles, nem para suas dedicadas mucamas. Josias, embora liberto teve medo, um medo que lhe percorreu a alma. A liberdade parecia algo distante e incompreensível. Finalmente entrou na igreja. Era a primeira vez que ali entrava. Negros não podiam conviver no ambiente de brancos, nem na igreja. Ficou embevido com toda aquela paz e tranquilidade. Olhando para os altares se sentiu seguro. Ali ele estava em completa segurança. Se aproximou do altar central e rezou a um Deus que sua mãe o ensinara a amar. Assim de olhos fixos na imagem do Cristo,que Padre Jonas o encontrou. Padre Jonas era português e mesmo vivendo em terras brasileiras a tanto tempo falava com um carregado sotaque que sempre fazia rir Josias. Dessa vez ele não riu.
Era muita ansiedade e medo do desconhecido.
-Josias? Que faz aqui a essa hora?
- Bão, seu padre esqueceu da promessa que me fez?
Afinal hoje vou sabê quem é meu pai?
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Lucy em 23 de abril de 2009 às 12:30:00»
pegou então seu cavalo branco ki o deixava ainda mais parecido com um principe montou e resouveu ir até o vilarejo falar com o padre pois afinal ele era o unico ki podia revelar a josias o nome de seu pai, mais nunca o tinha feito por causa ki o segredo só havia sido revelado no confessionario, mas josias estava disposto a saber de kualker jeito de hoje não passa...
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Fanhoso em 23 de abril de 2009 às 12:22:41»
Sim, foi mesmo, Josias queria saber quem era seu pai, pois vivia sem sorte, sem terra e sem lar.
Ninguém lhe oferecia um feliz lenitivo. Era rude e cativo, não tinha liberdade. A roça era seu mundo e também sua escola, e seu braço era a ferramenta do seu ganha pão.
De noite vivia na sua palhoça, de dia na roça de enxada na mão,
julgando que Deus era um pai vingativo, não via o motivo da sua opressão.

Pensava consigo, quem será meu pai? Padre Jonas terá que me revelar...
mas num momento veio-lhe à mente um pensamento infeliz...
e se for filho de um covarde ?
Não, não queria ser, preferia nunca saber, mas estava dividido, não aguentava mais a curiosidade.
Então, à caminho do vilarejo, eis que surge à sua frente...
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CriticoBr em 23 de abril de 2009 às 11:51:29»
Foi então que numa tarde chuvosa...Josias fazendo a cabeça com seu charutão de maconha pensou:

- Porra, vou procurar meu pai aquele filho de uma égua

E assim...Josias foi ao encontro do desconhecido
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msp1500 em 23 de abril de 2009 às 11:20:21»
Josias tinha como única lembrança de seu pai as histórias que sua mãe lhe contava, falando sobre as caçadas que ele fazia, as pescarias, contava-lhe que era uma pessoa muito honesta, mas nunca lhe revelara o nome.

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