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Comentários

Grilo em 18 de janeiro de 2013 às 12:30:49»
Estas facetas da nossa psicologia passam desapercebidas do dia-a-dia e são apenas a superficie de algo que desconhecemos totalmente. Desconhecemos a nós mesmos.Alem destas citadas existem milhares de outras facetas ou padrões mentais, como a ira, a inveja, o orgulho, etc.Estes padrões de comportamento se interpõe entre nós e a realidade que hoje percebemos apenas com os nossos limitados sentidos fisicos.Como resultado vivemos em um sonho (para alguns pesadelo), sonambulos, adormecidos com pouquissimo ou nenhum controle de nossas vidas.

Isto, sobre todos os angulos é algo digno de lástima que deveria motivar ações de nossa parte no sentido de nos livrar desta condição deplorável.Mas fazemos justamente o contrário e aumentamos o poder do que nos adormece.Vejamos esta lista de regras para ganhar qualquer debate , ou a arte de ter razão.Mais parece um manual tipo "como enfrentar um velhaco tornando-se voce mesmo um velhaco", ou "como enfrentar um idiota tornando-se voce mesmo um idiota". Estas artimanhas somente criam mais padrões de comportamento inconscientes aumentando as trevas em que já vivemos, ainda que nos creiamos brilhantes , espertos,infalíveis

A arte da retórica deveria ser um instrumento para descrever a realidade ´"percebida" com a exatidão da palavra . Mas com nossas limitações e tremendos defeitos psicologicos, apenas serve para nos afastar ainda mais da mesma. Por natureza a palavra é limitada para definir a realidade.A propria palavra definir (finis=fim limite" wink é prova disto, pois quando definimos algo pomos lmites assim também limitamos a nossa compreensão. Tudo isto acaba numa tragicomédia, um faz de conta de civilização, um arremedo do que poderiamos SER com as piores consequencias, para nós individualmente e para a humanidade como um todo.
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Elbereth em 17 de janeiro de 2013 às 12:01:25»
Realmente, mesmo a maioria destes comportamentos serem inconscientes, ter ciência destas tendências nos torna mais capazes de reconhecê-las em nós mesmos e, caso desejarmos, quebrar o padrão.

Gostei muito do texto, é escrito em uma linguagem fácil, sobre um assunto que já vi escrito praticamente em grego.
Edgar Rocha em 17 de janeiro de 2013 às 02:02:27»
Vivemos a era da sofisticação. Conhecer profundamente algo, estar em contato com a realidade, são coisas menos importantes do que saber manipular a autoimagem ou desconstruir o pensamento racional. Isto porque há um pacto de incompetência entre quem manipula um raciocínio e quem convenientemente aceita tal manipulação. O resultado final é pouco importante, desde que haja argumentos para justificá-lo e eximir-se da responsabilidade. Enfim, o desinteresse pela vida e o desconhecimento sobre suas próprias potencialidades levam ao esforço retórico. Gasta-se mais tempo e energia aprendendo a ser defender e manipular a realidade do que em apossar-se dela, ser um agente da própria vida e responsável por seus atos. É mais vantagem ser sofisticado do que requintado. Já os que tem requinte, ou seja o conhecimento e as ferramentas úteis para ser um agente de sua própria vida, estão numa encruzilhada. Pra que ou para quem fazer o que é certo? Depois perguntamos, porque os "os bons morrem logo" como diz Renato Russo. Lembrei-me de um certo gênio da Internet...
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revolt4d4 em 17 de janeiro de 2013 às 00:32:28»
Muito bom o texto, vi que escorrego em algumas. São vícios da humanidade.
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msp1500 em 16 de janeiro de 2013 às 23:07:17»
Essa lista faz sentido sim, muito embora não termine por aí. Certamente haverão outras falácias para serem acrescidas.
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xandy46 em 16 de janeiro de 2013 às 17:26:05»
Aquele cara que apagou todos os comentários no post da menina que estava vendendo o selinho deve ter lido este manual de Schopenhauer. mrgreen
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Moonwalker em 16 de janeiro de 2013 às 15:12:18»
Então, até concordo com a lista, mas isso não resolve muito o problema, já que a maioria delas são comportamentos até involuntários. Nesse caso sempre é melhor recorrer a Schopenhauer. wink
ricardocampos em 16 de janeiro de 2013 às 15:11:41»
é um texto para ler com calma, marquei como favorito para ler mais tarde, pois agora estou ouvindo thunderstruck
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Politico Honesto em 16 de janeiro de 2013 às 14:59:30»
Foi com a "lógica" da falácia do jogador que os maias construíram seu calendário.
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Politico Honesto em 16 de janeiro de 2013 às 14:40:38»
Já conhecia os seus fundamentos, antes mesmo de conhecê-las, há muito tempo.