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Comentários

Jéssica em 18 de junho de 2015 às 21:35:37»
Muito bom o seu comentário Edgar Rocha.
heloizy em 03 de setembro de 2014 às 17:39:41»
gostei pois nesse peqeno texto descobri varias coisa, ate nomes de bichos que eu nunca tinha uouvido fala até
o dia 03/09/2014
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Angelina em 09 de junho de 2014 às 10:28:21»
Pois é. V
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PadreTorque em 04 de junho de 2014 às 20:56:52»
Interessante, sim...
Bem curioso e provoca um pouco de reflexão e comparações...
:-/
Edgar Rocha em 04 de junho de 2014 às 18:53:23»
Se analisarmos honestamente, enquanto leigos no assunto, porém, com um cérebro minimamente capaz de levantar questões, talvez cheguemos à conclusão que tais hilações ainda não passam disto mesmo: hilações. Acho tudo isto ainda muito subjetivo, apesar dos padrões comparativos serem galgados na materialidade das massas encefálicas. Se, em teoria, somos mais espertos que os demais animais, deveríamos ter ao menos desenvolvido um certo grau de humildade pra aceitar que a definição de inteligência ainda toma como base a dinâmica do "modus vivendi" humano. Afinal de contas, eu não sei desligar metade do meu cérebro pra ficar meio acordado, meio dormindo (quem dera!). Também não desenvolvi a capacidade inata de analisar dados objetivos de um complexo sonar interno, que compense alguma carência visual. O que me leva a crer que a relação entre inteligência - ou aptidões corporais - e o direcionamento da evolução cerebral, seja um fator a ser considerado nesta análise. Podemos ter desenvolvido nosso cérebro no sentido de ampliar nossa coordenação motora, sobretudo nas mãos, o que não é necessariamente superior do ponto de vista funcional aos "superpoderes" de um golfinho, no meio aquático no qual ele se adaptou. Por outro lado, as capacidades cerebrais em outros níveis (sociabilidade, comunicabilidade, solução de problemas, individualização, afetividade, etc.) indicam que eles não perdem em nada pra nós nestes quesitos.

Portanto, dá pra comparar inteligência e capacidade encefálica e cerebral, tendo como referência apenas o cérebro humano? Somos mesmo, superiores intelectualmente em relação a uma espécie com este nível de adaptação? Ou seriam apenas variáveis no âmbito da racionalidade? Esperemos chegar à Terra o primeiro E.T. e veremos o quanto somos funcionais e evoluídos (não é uma proposição séria, mas também, não é tão tola quanto parece).
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Politico Honesto em 04 de junho de 2014 às 16:50:44»
Legal.