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Comentários

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PadreTorque em 04 de novembro de 2015 às 22:19:31»
Fantástico !!!
Quebrou conceitos...
\o/
sol* em 01 de novembro de 2015 às 12:47:33»
Alguns padres precisam de Deus. Os
.Tyr. em 01 de novembro de 2015 às 08:11:10»
Ok². Ponto pra você Marya.

De nada adianta procurar esteio em outra pessoa se não consegue entender a si mesmo.

"Enquanto não tiver consciência de si mesmo tudo o que acontecer em sua vida será atribuído ao destino"
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Marya em 31 de outubro de 2015 às 21:08:55»
Ok...
sol" em 31 de outubro de 2015 às 13:38:55»
...Luz, paz, auto-conhecimento, ciência, verdade, amor...são argumentos muito subjetivos, mas enfim, eu também me distanciei no meu argumento pq a discussão aqui é social coletivista.

Então... cada um na sua gaiola.
biggrin
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Marya em 31 de outubro de 2015 às 12:40:28»
Eu chamaria esse conhecimento íntimo de Deus.
Mas cada um chama do que melhor lhe agrade:- Luz, paz, sol, auto-conhecimento, ciência, Verdade, Amor, e por aí vai.
sol" em 31 de outubro de 2015 às 11:55:16»
Uma sociedade mais justa pode ser um dos caminhos quando falamos em coletivos mas individualmente somos tão frágeis de cabeça também...

Mesmo pessoas que não passam por tantas agruras na vida acabam viciadas em algum tipo de droga.
Conheço uma ou outra pessoa que tem um ótimo trabalho, situação financeira tranquila, uma casa pra voltar no final do dia, ama e é amado e mesmo assim se droga de alguma forma.

Há uma fortaleza interior a ser trabalhada, construida. Um conhecimento íntimo para que cada um descubra onde está a sua dificuldade em conseguir satisfação pessoal e superá-la.

Afinal, "quem não sabe o que busca,, não identifica o que encontra."
.Tyr. em 30 de outubro de 2015 às 16:39:50»
Continuo concordando com o seu erro.
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Marya em 30 de outubro de 2015 às 16:25:15»
Tyr, não precisa mais beber, eu estava errada. lol
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Marya em 30 de outubro de 2015 às 16:23:22»
Certo Admin, entendi. biggrin
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Marya em 30 de outubro de 2015 às 15:58:57»
Óh, bem, bem... só perguntei por perguntar.
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Admin em 30 de outubro de 2015 às 15:57:32»
Evidentemente que a coisa não é tão simples. Mas Bruce Alexander não propôs que saiamos, nós pessoas civis, salvando mendigos e viciados nas ruas, e sim uma mudança de paradigma. Ele quer dizer que castigo e vício se complementam em um círculo vicioso sem fim -a velha expressão "Fudido? Fudido e meio!" ou então "O que é um peido para quem já tá cagado?" É dessa forma que se formam os degraus que geralmente começam com um jovem saudável e bonitão experimentando bebida alcoólica e cigarro e termina, no último degrau, antes de pisar nom vazio do abismo, com um zumbi fumando pedra.

Ele propõe que em um "paraíso dos ratos", ou seja, uma sociedade mais justa -infelizmente utópica e visionária para o momento atual-, onde todos teriam mais oportunidades de alcançar a sua expectativa de felicidade sem recorrer às drogas, ainda que sim, como entre os ratos, teriam alguns poucos tolos que seguiriam se drogando de forma recreacional.
.Tyr. em 30 de outubro de 2015 às 15:46:33»
Cinco anos que alguém-atura-alguém (Nomes não serão mencionados) e dificilmente li algo tão eloquente vindo de vossa pessoa.

Nem eu estou acreditando. Preciso de uma bebida! Deve ser crise de abstinência!
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Marya em 30 de outubro de 2015 às 15:41:24»
Como assim, não acredita que vai dizer isso?
.Tyr. em 30 de outubro de 2015 às 14:44:44»
O lema no mundo inteiro é 'larga na baixada'.

Um dado estatístico sobre alcoolismo; A AAA-SP em 2011 conclui uma pesquisa que dava conta do seguinte: 90% dos frequentadores da associação não eram dependentes químicos do álcool senão apenas (?) depressivos.

A solução do sr. Kurzgesagt é bem simplista (ó quem fala) e se fosse somente isso... Ah "What wonderful world".
.Tyr. em 30 de outubro de 2015 às 14:12:21»
Não acredito que vou dizer isso, mas concordo com a Marya.
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Marya em 30 de outubro de 2015 às 13:09:39»
Porém existem muitas pessoas casadas que amam seu cônjuge, amam seus filhos e, são viciados em alguma coisa, geralmente bebida, cigarro, etc...

" Kurzgesagt explica que, em vez de trancarmos as pessoas em jaulas para que continuem usando drogas, deveríamos ajudá-los na sua reinserção na sociedade como cidadão, como gente de respeito. "

Isso é muito certo na teoria mas, como é que uma sociedade de seres humanos que possuem o egoismo, o comodismo e o individualismo inerentes ao mais profundo de sua alma, conseguiriam essa façanha?
Quem consegue levar um mendigo para casa e alimentá-lo, banhá-lo, empregá-lo, amá-lo, até que tenha uma família, um lar e uma vida plena como cidadão e gente de respeito?
Quem faria o mesmo com um presidiário? Com familiares de um presidiário? Com um drogado? Com um órfão? Com uma mãe solteira? Com um desempregado? Com um genioso? Com um fracassado? Com um doente físico ou mental? Com um aleijado? Com um solitário? Com um alcoólatra? Com um ignorante? Com um "di menó"? Com um político brasileiro? etc, etc, etc??

Pois, se não temos paciência e nem o altruísmo de aturarmos muitas vezes, nossos próprios parentes e amigos mala-sem-alça?

Querem ver alguém mais solitário do que um pai ou uma mãe velhinhos e doentes, que passaram a vida se dedicando aos seus filhos, e que agora por estarem velhinhos, os filhos não têm tempo, não têm paciência, não têm respeito, nem amor e nem carinho para com eles? E acabam jogando-os num asilo?