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Comentários

Carlos Augusto em 30 de julho de 2016 às 14:02:05»
Julgamos negativamente o que não conhecemos ou o que temos plena certeza que nunca seremos ou teremos, isso chama-se defesa do ego e serve de muleta para "viver em paz".
Regia Leila em 30 de outubro de 2013 às 13:54:49»
so para isto que um fuzil deveria ser usado, como muleta. Muito digna a historia de vida deste senhor.
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xandy46 em 08 de fevereiro de 2013 às 22:17:48»
Não é a religião ou a falta dela que define um homem, é seu caráter e esse ai mostrou que tinha. Heroi. clap
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Bele Natal em 08 de fevereiro de 2013 às 21:25:01»
que coisa
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Elbereth em 08 de fevereiro de 2013 às 15:09:22»
Se cada um fizer o que acha certo, mesmo que nem todo mundo entenda... sei lá, acho que só pode resultar em coisa boa. Se não pra 75 soldados, ao menos pra gente
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msp1500 em 08 de fevereiro de 2013 às 11:41:34»
Ele fez o seu papel de militar, pois é a obrigação de quem está nessa carreira.
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Politico Honesto em 07 de fevereiro de 2013 às 22:49:46»
Não era um completo inútil para a guerra, no fim.
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LukeSchimmel em 07 de fevereiro de 2013 às 15:51:48»
Ele ajudou outros a matar. Ele pecou por ser cumplice, o inferno vai ser o "repouso" da alma dele o Inferno, isto se adventistas acreditarem no Inferno.
Edgar Rocha em 07 de fevereiro de 2013 às 14:52:24»
Há quem diga: "não quer brincar, não desse pro play" ou "não tá contente, não concorda com o esquema, então pede pra sair". E, sendo assim, não haveria um contraponto quanto ao conceito vigente de coragem, ética, lealdade e patriotismo. Como mudar paradigmas, se sempre que não se concorda com algo, abre-se mão do espaço ao qual lhe é conferido? Este homem me lembrou Saladino (séc XIII), um herói medieval, muçulmano, cujo cavalheirismo e a ética influenciaram até a Convenção de Genebra (1864 a 1949), que trata dos códigos de ética em tempos de Guerra. Considerando sua conduta pessoal, basear-se em princípios são o melhor remédio contra o suicídio pós guerra... Não adianta entrar numa batalha e não estar disposto a sofrer as consequências impostas por seus valores. Morreu com a consciência tranquila e ciente do cumprimento de seu dever.
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revolt4d4 em 07 de fevereiro de 2013 às 14:29:10»
História muito interessante. clap