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Comentários

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Admin em 22 de fevereiro de 2014 às 20:35:53»
Obrigado pela correção AChein!

Abraços Fraternos!
AChein em 22 de fevereiro de 2014 às 20:18:16»
admin, faltou a unidade de medida da temperatura. 130 graus pode ser muito quente por demais. desculpe. obrigado.
AChein em 22 de fevereiro de 2014 às 20:10:16»
Nooossa! Descobriram a roda! Certo tipo de coisa nunca se acaba. Não há filosofia ou ética que dê conta de fomentar justiça. De tempos imemoriais vem a luta de dominados e dominantes, de quando em quando. Onde exista qualquer tipo de dominação, pela força, pelo poder economico, pelo poder religioso, pelo poder intelectual, onde houver falta de qualquer coisa necessária à vida (água, alimento, segurança, educação), sempre haverá um escravo, não necessáriamente de trabalho braçal. A escravatura é muito mais ampla que o simples chicote. O que poderiam ser as atuais políticas sociais? Porque seria a mudança do discurso do grande líder após eleito (lembram-se disto?)? Porque a infinidade de leis e estatutos defendendo minorias e distribuindo verbazinhas a ong's pseudo-defensoras de qualquer coisa? Seria isto um condicionamento escravagista?
Matahari em 21 de fevereiro de 2014 às 08:19:09»
Temos aqui no país haitianos traficados e escravizados.
Edgar Rocha em 21 de fevereiro de 2014 às 07:37:59»
Isto está tão perto de nós e não nos damos conta. Ou talvez, fingimos não saber. E não é por indiferença, é por medo, mesmo. Traficantes de pessoas é gente violenta e, sobretudo, poderosa, confiante na impunidade. Já comentei sobre a realidade de meu bairro em outras ocasiões. Mas, no caso específico da escravidão, não mencionei que isto aqui também é fato. Existe o tráfico de mulheres vindas do Maranhão, supostamente pra trabalhar em fábricas e que, ao chegar são prostituídas por agentes policiais envolvidos com todo tipo de crime. Conheço uma boa leva delas e as histórias são terríveis. Infelizmente o poder público sabe disso e vez por outra da uma resposta inócua. Mas, tudo continua por debaixo dos panos e ai de quem abrir a boca. Acaba colocando em risco a própria vida e a das vítimas também. Mas que existe aqui em São Paulo e é muuuito comum, oh, sim. Existe. Tem também os bolivianos. Muitos deles. Mas, estes são um pouco mais complicado. Eles falam muito pouco com estranhos, mas sabemos que suas condições não são das melhores. Aqui há um grupo grande deles. Agora, pra fugir da opinião pública, as fábricas clandestinas (principalmente confecções), atuam em bairros de periferia. Diluem seu crime em outros crimes cometidos por aqui. Nunca sabemos totalmente as relações entre as várias "frentes" de atuação. Dá a impressão de que são muito mais unidos do que de fato são. Aumenta o medo. Agora, que fique claro para todos nós: o motor de tudo isto é a corrupção institucionalizada! São agentes públicos os principais líderes e a maioria dos que detém algum poder nestas organizações. Senão, não haveria impunidade. Rola muito dinheiro. Eles são os agentes do crime e os aliciados também. Por isso, não se deixem iludir pelo discurso fácil de gente como a Sherazade, que culpa direitos humanos pela impunidade, muito menos se deixem cooptar por aqueles que pregam morte e extermínio. Os verdadeiros bandidos também detém as forças institucionais pra agir de forma abusiva sobre quem é escravo, não sobre o escravagista! O ódio de classes promovido pela grande imprensa se presta a isto. Querem só aumentar seu poder de coação sobre toda a sociedade. Meninos do tráfico, por exemplo, não são escravos do tráfico? Na prática, são sim! E são eles que morrem. Nunca os grandes que molham as mãos. Nunca os grandes que muitas vezes, são próprios policiais!
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revolt4d4 em 21 de fevereiro de 2014 às 01:12:23»
E quando existem escravagistas na política? http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/12/18/morre-senador-que-era-reu-por-trabalho-escravo-no-stf/
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LukeSchimmel em 20 de fevereiro de 2014 às 16:58:32»
O preço de escravos depende do país, etnia, sexo e idade. Uma menina europeia de cabelos dourados pode chegar a preços absurdamente altos... mas ainda sim não o suficiente para pagar uma vida humana. Pelo menos é o que li em um algum lugar.
.Tyr em 20 de fevereiro de 2014 às 16:48:21»
Não me calo mais. De forma alguma.
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Politico Honesto em 20 de fevereiro de 2014 às 16:41:27»
"O trabalhador é em geral convidado a ir trabalhar em locais geograficamente isolados com a promessa de um bom salário. Chegando lá, a alimentação horrível e a hospedagem em péssimas condições fornecidas pelo empregador custam mais do que ele ganha diariamente"

Às vezes, nem isso. Li que muitos trabalhadores em Dubai passaram e ainda passam por situações do tipo, e o suicídio entre operários é comum, lá.

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