 | A partir da era vitoriana, os orgasmos medicamente induzidos nas mulheres eram praticados como uma cura legítima para o que era então chamado de histeria feminina: caracterizada por ansiedade, desejo sexual, insônia, retenção de líquidos, peso no abdômen, espasmos musculares, irritabilidade e perda de apetite. Segundo a historiadora Rachel Pearl Maines, as mulheres solteiras iam aos médicos que provocavam o orgasmo manualmente através de massagens pélvicas, sem que isso fosse considerado erótico ou sexualmente estimulante, até que a criação do vibrador mudou o orgasmo feminino para sempre. |