 | Em 1965, sob a supervisão do pesquisador do sono da Universidade de Stanford, Dr. William C. Dement, o estudante de ensino médio, Randy Gardner, então com 17 anos, permaneceu acordado por 264 horas. Foram 11 dias e 24 minutos para saber como ele reagiria a ficar acordado. No segundo dia, seus olhos não conseguiam focalizar. Depois, perdeu a capacidade de identificar objetos pelo tato. No terceiro dia, Randy tornou-se depressivo e descoordenado. No fim da experiência, tinha dificuldade de se concentrar, problemas com a memória de curto prazo, ficou paranoico e tinha alucinações. |