![]() | Ver as primeiras versões desajeitadas, suportadas por cordas e correntes, de robôs da Boston Dynamics é uma prática de nostalgia e de sessões de vergonha alheia, hoje. Durante muito tempo, a limitação dos robôs não foi força. Foi destreza e equilíbrio. Mover peças pesadas sempre foi fácil para máquinas. O difícil era reproduzir aquilo que os humanos fazem quase sem perceber: pequenos movimentos de precisão e andar ereto naturalmente, mas daí chegou o uso de acelerômetros, combinados com giroscópios e tudo ficou mais fácil. |

Esses sensores permitiram a superação de desafios fundamentais relacionados ao equilíbrio, estabilidade e controle de movimento preciso, essenciais para a locomoção autônoma e interações delicadas.
Vejam o exemplo do robô Papaléguas, construído pelo Instituto de Robótica e Inteligência Artificial (RAI) mostrado no vídeo que ilustra este post.
O robô de 15 kg parece um par de pernas robóticas desmembradas com rodas no lugar dos pés, presumivelmente porque é exatamente isso que ele é.
Ele consegue se locomover com as rodas alinhadas para frente ou a 90 graus, como uma bailarina na segunda pose, e até subir escadas pisando forte como um colega de quarto irritado.
No final do vídeo, ele até se equilibra em uma roda só (Mira mamá!). Então, sabe, se essa história de robôs dominando o mundo não der certo, pelo menos ele terá um lugar no circo. O Coiote não deve estar muito contente com o lançamento deste robô, nem a Acme.
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