![]() | Embora o azul claro e o vermelho sejam cores mais ou menos comuns atualmente, o verde continua sendo a cor padrão por razões de custo, praticidade e eficiência. Um dos principais motivos advém da máscara de solda, a camada protetora de verniz, tradicionalmente usava essa cor devido aos custos mais baixos e ao melhor contraste visual para identificar defeitos, especialmente durante inspeções manuais. A cor também oferece visibilidade superior e menos cansativa para os inspetores em comparação com outras cores. |

A cor verde proporciona alto contraste com as trilhas metálicas e as etiquetas serigráficas brancas, facilitando a identificação de circuitos interrompidos ou defeitos por inspetores (tanto humanos quanto máquinas).
Um grande promotor da cor verde acabou por ser o exército americano, que testou rigorosamente diferentes pigmentos e combinações, até descobrir que um tom específico de verde apresentava um desempenho excepcional em ambientes adversos.
Como os militares compravam essas placas aos milhões para equipar seus mísseis de curto alcance, as fábricas padronizaram suas linhas de montagem para a resina verde.
Os olhos humanos são altamente sensíveis à luz verde, e essa cor causa menos cansaço visual em trabalhadores que passam o dia todo olhando para painéis durante inspeções.
As primeiras formulações de máscara de solda eram ecológicas e, por serem as mais populares, tornaram-se o padrão da indústria. Consequentemente, a máscara de solda ecológica é fabricada em maior quantidade, tornando-se a opção mais barata e eficiente para os fabricantes.
Os pigmentos verdes originais eram frequentemente considerados superiores em termos de desempenho e segurança, proporcionando uma proteção robusta contra pontes de solda e danos, embora os revestimentos modernos estejam disponíveis em diversas cores.
Quando cheguei ai isso era tudo mato. As primeiras placas, conhecidas como aranhas (miniatura), quebravam o galho, mas você era obrigado a desenhar como estavam dispostos os componentes na placa.
As placas universais pareciam um boa ideia, mas invariavelmente terminavam no lixo quando você percebia que já não sabia o que estava fazendo.
Um grande avanço chegou com as placas de fenolite toda estampada com uma camada de cobre. Os hobbystas de eletrônica usavam uma caneta com tinta plástica (opcionalmente tinha a Letraset) para desenhar o circuito na placa. Havia também impressoras próprias para isso para pintar a máscara, mas custavam uma fortuna.
Posteriormente estas placas eram mergulhadas em percloreto de ferro que corroía a camada de cobre exposta deixando apenas o circuito coberto pela tinta plástica.
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