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Comentários

Adryelle Maris em 07 de maio de 2018 às 16:27:35»
Também não entendi a dificuldade no problema, pra mim a primeira resposta é que a médica é a mãe. Porque a mãe não poderia ser a médica?
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PadreTorque em 14 de março de 2018 às 19:36:29»
Pra mim é um casal gay e pronto !!!
Um pai morreu e o outro pai é médico...
Simples !!!!
E se vcs disserem que está errado, chamo vcs de opressores !!!
Se eu estiver errado, vcs são homofóbicos e vou processar todos vcs !!!
Huahauhauahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Caio II em 14 de março de 2018 às 00:17:50»
Não consigo crer que alguém demore pra dizer a resposta. Não sou nenhum gênio, mas acabei de ler e imediatamente vi que só podia ser a mãe. Não sei de onde saiu essa porcentagem, mas não pode ser verdadeira. Me recuso a acreditar. A única hipótese plausível, pra mim, é a de que a pesquisa foi realizada com analfabetos funcionais.
eduardo gitti em 13 de março de 2018 às 18:55:12»
Não vi o vídeo, mas não é mãe??
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Nyew em 13 de março de 2018 às 12:50:05»
Acertei a resposta.

Pronto! Agora até charadas servem para mimimi!
Alexandre OSS em 12 de março de 2018 às 20:11:13»
Nao tem nada de feminismo, genero etc.... o q tem é codigo de etica medica...
aonde se diz que se o emocinoal for abalar por operar um parente é melhor nao o faze-lo.
Mae e filho. Imagina o emocional dessa mae, a tremedeira e nervossismo no ato cirurgico. E o q essa tremedeira nao iria influenciar na sucesso cirurgico.
ferpes_jlle em 12 de março de 2018 às 17:50:26»
Não acredito na explicação de que o pensamento machista impede de achar a solução. O problema induz a levar em consideração que o médico é o pai, dada a colocação das palavras.
Acredito que se fossem mãe e filho, a maioria das pessoas também teria dificuldade para desvendar.

Se me permite opinar, vejo aqui mais uma tentativa da tribo feminazi em nos fazer sentir culpados por não sermos do mesmo gênero. Somos iguais (ou deveríamos ser) em direitos, e só. Ponto.

Outro exemplo é o video da loja de armas que, pra cada cliente que entra procurando uma para comprar, o atendente conta a história macabra de quem aquele modelo matou, buscando fazê-lo repensar se quer ter uma arma mesmo.

São campanhas ridículas que se baseiam em ideologias, não em fatos. Infelizmente acabam repercutindo pelo impacto que causam, e a grande massa consumidora de informação acaba caindo nessas armadilhas. Criam opiniões ocas, saem jogando aos ventos a merda que engoliram, filiam-se em movimentos étnicos, políticos, sindicais, etc, achando que vão mudar o mundo.

Até sair da faculdade.