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Comentários

tyago em 31 de outubro de 2018 às 22:57:17»
Huahuahauhau as pessoas perderam totalmente o senso do ridículo.
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Roger Laz em 31 de outubro de 2018 às 17:59:41»
É justamente esse o objetivo: imbecilizar estes jovens na universidade. 1984 e Admirável Mundo Novo falam sobre essa desconstrução da sociedade com o objetivo de remodelá-la dentro de padrões alheios dos pilares que nos trouxeram até aqui como sociedade. Assim jogam escravidão, direitos humanos e a necessidade quase doentia de desconstruir as diferenças de gênero, no mesmo saco de vilania. Sabemos que o primeiro passo é deslegitimar e atacar de maneira veemente os pensamentos e credos que discordam, claro sempre se vitimizando no processo.
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Nerd guy em 31 de outubro de 2018 às 16:49:43»
Bem... em momento algum eu vi aqui discussão, questionamento ou crítica a sexualidade de alguém. Quer ser homem (sendo biologicamente mulher), mulher (sendo homem), neutro, binário... enfim, qualquer outra denominação que o satisfaça? Vá ser feliz e não se fala mais nisso. O problema chega, quando as pessoas fazem mil malabarismos para não falar o evidente, para seguir uma corrente, quando perdem a capacidade de discernir e apontar diferenças. Disso sim critica o post. Evidentemente que é mais fácil arrastar o assunto para o poço raso do “preconceito”, como forma de poder melhor se posicionar de forma canalha como “antenado” das vitimizações.

Lógico que as comparações entre conceitos pragmáticos e concretos com juízos etéreos e inclusive íntimos não faz nenhum sentido, mas aí é que está o ponto. O que alguém poderia chamar de falácia narrativa “equivocada” do vídeo, na verdade é a exposição a ela de forma “proposital”, o que termina revelando toda uma classe de hipocrisia.

Se um cara branco, hetero, de 1m75, vinte e pouco anos, diz que tem dois metros ou sete anos de idade, qualquer um vai rir achando que é um louco (na pior das hipóteses) ou um brincalhão (na melhor). Mas seguindo esta corrente “do bem”, temos que considerar que ele fez uma cirurgia ou que padece de alguma condição de envelhecimento precoce, em vez de sermos céticos, práticos e questionar a total impossibilidade dessas afirmações. Tudo isso só para sermos politicamente corretos (e estritamente estúpidos). Senta lá Claudia!

Infelizmente o protagonista do vídeo não se propôs a dizer que era de uma etnia diferente, quando então os cérebros dos entrevistados teriam um “tilt” ao ter que se posicionar em favor a sua escolha ou contra a apropriação cultural. Né?

Quanto a ideologia de gênero, nem cabe aqui discutir alguma coisa. Besteiras não devem ser discutidas com a premissa de não dar a algum tipo torpe a chance de expor ainda mais besteiras, sem nenhum embasamento científico. Creio que para entender esta ideologia não é necessário outra coisa a mais que o senso comum, mas, como dizem, o senso comum hoje em dia é o menos comum dos sentidos.

Cabe sim, não há dúvidas, uma discussão sobre os aspectos psicológicos e sociais que enfrentam estas pessoas, mas nunca uma natural e científica. Não existe tal coisa chamada ciência na ideologia de gênero, pelo menos dura, não.

Por fim, se esse total despropósito se prolongasse mais tempo (e não vai, como bem disse o Rafinha) o resultado seria uma geração de idiotas com PhD, sem a capacidade (ou coragem) de apontar a diferença entre um limão e uma laranja, só porque o limão se sente preterido e menoscabado por sua maior acidez em vez de tirar proveito dela. É apenas uma metáfora.
Kadu-Ce em 31 de outubro de 2018 às 16:20:59»
Não duvido que logo algum idiota não questione quando alguém disser que não é ser humano, e sim um cachorro.
Sylvinha em 31 de outubro de 2018 às 15:53:59»
Exatamente. E parece que é esse mesmo o objetivo: destruir a capacidade de diferenciar a realidade da fantasia até que ninguém mais consiga pensar, apenas aceitar ordens.
Edna Velho em 31 de outubro de 2018 às 14:42:05»
Só Jesus na causa! A infame ideologia de gênero é a maior e mais devastadora arma para assassinar a capacidade intelectual e a própria identidade do indivíduo. O vídeo demonstra bem isso e deixa esta gente com a bunda de fora. Também é um bom lembrete do porquê não devemos pedir ajuda aos universiotários.
Augusto Cesar em 31 de outubro de 2018 às 11:33:07»
A quem escreveu a matéria noto um certo tendenciosismo para um lado, peço que se possível escreva para nós o que aconteceu em sua vida para tamanha energia nas palavras, não recrimino, mas fique atento pois o vídeo é tendencioso e ele manipula sua opinião de tal forma que o convenceu de fazer esta matéria

Trans sofrem e muito pois não há amparos legais sobre suas condições, sofrem pela aceitação familiar

No vídeo, uma pessoa segue um roteiro afunilando a opinião das pessoas, mas todo vídeo é editado... Quantas pessoas foram entrevistadas? E quais foram ao ar? Pensemos nisso
Rafinha em 30 de outubro de 2018 às 19:05:12»
O vídeo não tem nenhum tipo de manipulação, mostra exatamente como alguns universitários são estúpidos na imposição do politicamente corretos.
É isso. Quando são expostos na sua incoerência e estupidez, fazem mil malabarismos para tentar explicar o que não tem explicação. Só existe uma verdade na luz da ciência: ideologia de gênero é bullshit. Basta verificar que não existe nenhum cientista que dê crédito a esta besteira, apesar das alegações falsas de que sim. Ainda não sei porque não pediram a proibição da biologia, para que a humanidade jogue séculos de estudos no lixo, em favor de hipóteses (não é nem teoria) ridículas que não encontram relação na nossa realidade.
A ideologia de gênero é uma coisa tão ridícula que logo será lembrada apenas mais como uma moda maluca que caiu devido ao peso dos próprios despropósitos cometidos em nome da mudança porque 'eu quero'. Mas por enquanto vamos rir deste festival de 'vergonha alheia'. mrgreen
Lise em 30 de outubro de 2018 às 17:03:18»
Eu só acho que existe uma enorme diferença entre: gênero, espécie, etnia e medidas corporais nítidas e solidas.
E saber estas diferenças, é essencial para não produzir e reproduzir um vídeo descabido destes.
E também , está claro que os entrevistados também não sabem.
Isso sim, é um problema.