![]() | O curta-metragem "A Casa em que Vivo", de 1945, dirigido por Mervyn LeRoy e estrelado por Frank Sinatra, foi criado para promover a tolerância religiosa e a união na América do pós-Segunda Guerra Mundial. Sinatra, interpretando a si mesmo, sai de um estúdio de gravação para um intervalo e encontra um grupo de meninos perseguindo outro garoto por causa de sua religião. Ele intervém, proferindo um discurso sincero sobre igualdade e a importância da aceitação. O filme termina com Sinatra cantando a música-título, reforçando sua mensagem de união. |

Feito para se opor ao antissemitismo no final da Segunda Guerra Mundial, recebeu um Oscar Honorário e um Globo de Ouro especial em 1946.
Em 2007, este filme foi selecionado para preservação no Registro Nacional de Filmes dos Estados Unidos pela Biblioteca do Congresso por sua importância cultural e histórica.
Embora elogiado por sua sinceridade e importante mensagem contra o preconceito em seu objetivo louvável de combater a intolerância racial e religiosa, alguns consideraram seu apelo à tolerância através de uma perspectiva "liberal de classe média" paternalista, sem realmente desafiar as estruturas de poder sistêmicas e potencialmente prejudicado por seu contexto nacionalista.
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