![]() | Animais marinhos dormem em segurança debaixo d'água por meio de adaptações únicas, principalmente o sono de ondas lentas unihemisférico, onde apenas metade do cérebro repousa por vez, permitindo que permaneçam conscientes, respirem e fiquem atentos a predadores. Golfinhos e algumas baleias fecham um olho -o oposto ao hemisfério em que dormem- enquanto o outro permanece aberto para monitorar o ambiente. Eles também costumam "deslizar" na superfície ou nadar lentamente, enquanto outros, como as focas, podem dormir no fundo do mar ou prender a respiração por longos períodos. |

Os mamíferos marinhos conseguem nadar lenta e constantemente perto da superfície para manter a respiração, uma tática comum entre os golfinhos.
Repouso em águas rasas/profundas: permanecem imóveis na superfície, parecendo um tronco flutuante.
Algumas espécies, como os golfinhos, podem dormir no fundo do mar em áreas rasas, subindo à superfície para respirar. Outras, como as focas-comuns, podem dormir flutuando ou penduradas verticalmente na água.
As focas-elefante conseguem prender a respiração por mais de uma hora, o que lhes permite dormir durante mergulhos profundos.
Estes animais podem diminuir significativamente a frequência cardíaca para conservar oxigênio durante o repouso.
Embora os peixes não possuam pálpebras para fechar, muitos entram em estado de animação suspensa, às vezes se prendendo em rochas ou à deriva.
Este vídeo explica como alguns peixes, como tubarões e atuns, dormem enquanto nadam.
Nele, a paleontóloga Danielle Dufault explica em detalhes como certos animais marinhos conseguem dormir em segurança sem se afogarem ou se tornarem presas.
- "Dormir é essencial para o nosso cérebro. Sem sono, não sobreviveríamos por muito tempo", explica Danielle.
De fato, não existem animais complexos comprovados que nunca durmam, mas alguns, como certas águas-vivas (que não têm cérebro) e rãs-touro, parecem dispensar o sono tradicional ou manter alerta constante. Tubarões também não dormem no sentido humano, descansando apenas partes do cérebro enquanto nadam para respirar.
O padrão de sono mais desconfortável me parece ser o da girafa. Ela dorme no máximo 2 horas principalmente em curtos cochilos em pé para se manter alerta a predadores. Mas nos zoos, quando se sente segura dorme mais tempo (até 6 horas) e mais profundamente em repouso total.
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