![]() | Em 1990, não havia nenhum exoplaneta conhecido. Agora, 36 anos após o lançamento do telescópio espacial, conhecemos 6.000, e esse número continua aumentando. Ele foi além da simples descoberta de exoplanetas, passando a estudar atmosferas e a detectar vapor d'água, sódio, hélio e compostos de carbono. Em outras palavras, está nos ajudando a descobrir se existe vida (ou a verdade) lá fora, o vídeo que dá contexto a este post nos dá uma ideia de alguns dos planetas mais estranhos que o telescópio espacial descobriu. |

Tomemos como exemplo um planeta em forma de bola de futebol chamado WASP-121b, deformado por intensas forças de maré e que perde metais pesados como magnésio e ferro para o espaço.
Há também o GJ3470b, um planeta "netunizado" em processo de evaporação, que perdeu aproximadamente 35% de sua atmosfera.
Talvez este não seja o primeiro exemplo que me vem à mente, mas eu adoraria que houvesse menos nomes catalogados para esses planetas. Será que a União Astronômica Internacional (UAI), que às vezes aprova nomes populares por meio de campanhas internacionais, não poderia organizar uma loteria cósmica, na qual os vencedores poderiam dar um nome a esses planetas?
É verdade que provavelmente acabaríamos com o Planeta Acre (porque ninguém tem certeza se ele realmente existe), mas eu adoraria dar o nome de MDig a um deles, com certeza!
O novo vídeo do Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA é fascinante e mostra esses mundos intrigantes com nomes estranhos.
O Telescópio Espacial Hubble foi lançado em 24 de abril de 1990. Ele foi levado ao espaço a bordo do ônibus espacial Discovery, na missão STS-31, pela NASA e a Agência Espacial Europeia (ESA), sendo colocado em órbita baixa da Terra no dia seguinte.
O vídeo abaixo mostra o lançamento do telescópio espacial Hubble e destaca algumas de suas imagens mais marcantes.
Seu objetivo era observar o universo com alta clareza, livre da distorção atmosférica terrestre.
Embora tenha ultrapassado muito sua vida útil original, o Telescópio Espacial Hubble ainda não foi formalmente aposentado, operando com alta produtividade científica após mais de 35 anos de serviço.
No entanto, ele enfrenta desafios técnicos crescentes que apontam para o fim de sua missão nesta década. Pese que funcione bem, ele enfrenta problemas com seus giroscópios, que controlam a direção do telescópio. A NASA decidiu operá-lo com apenas um dos três giroscópios restantes para aumentar sua longevidade.
A expectativa é que o Hubble continue operando até meados da década de 2030, complementando o trabalho do Telescópio Espacial James Webb.
Estudos da NASA indicam que, devido ao fim dos ônibus espaciais, não há como realizar missões de manutenção para aumentar sua órbita. O Hubble está perdendo altitude lentamente e pode reentrar na atmosfera terrestre por volta de 2030-2035, levantando preocupações sobre detritos.
Mesmo com o James Webb operando no infravermelho, o Hubble continua sendo essencial por observar o universo em luz visível e ultravioleta, mantendo-se mais produtivo do que nunca.
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