![]() | Um pequeno esquilo resgatado ainda filhote por Luiz Simões-Dedel em Austin, capital do estado norte americano do Texas, encontrou companhia não apenas com o pai e a filha, mas também com a bull terrier deles, Millie, que ajudou a criá,lo desde o primeiro dia, quando a filha de Luiz, uma aspirante a veterinária, encontrou o pequeno roedor que caiu do ninho, sem paradeiro da mãe por perto. A dupla improvável gosta tanto da companhia um do outro que brinca junta quase todos os dias, quando Esquilo retorna da natureza todos os dias para brincar com sua melhor amiga canina. |

Mille sempre aguarda ansiosamente por esses momentos, ficando junto à porta de vidro, desde umas 7h30 da manhã, esperando Esquilo chegar. É uma relação fantástica. Para onde quer que Millie for, ele a segue.
Esquilos retornam aos seus resgatadores porque possuem excelente memória, reconhecem o ser humano como uma fonte de alimento confiável e não ameaçadora, e sentem-se seguros, tendo formado um vínculo durante seu estado vulnerável, ferido ou jovem.
Há diversos vídeos destas relações no Youtube, que mostram que mostram como esses bichinhos fofos e inteligentes costumam manter um vínculo por anos, retornando em busca de petiscos, atenção e para dar continuidade a um relacionamento de confiança já desenvolvido.
Esquilos resgatados frequentemente veem seus salvadores como um refúgio seguro, tratando-os como uma fonte de proteção em vez de uma ameaça, o que os leva a retornar mesmo depois de serem soltos na natureza.
Como muitas vezes foram criados ou cuidados desde jovens até se recuperarem, eles se lembram da voz, do cheiro e da rotina do humano.
Mesmo depois de se tornarem totalmente independentes, muitos esquilos resgatados retornam diariamente ou semanalmente para interação social e alimentação, não por necessidade, mas para manter uma conexão familiar.
Em alguns casos, um esquilo pode retornar para "pedir" ajuda ou para mostrar que está em perigo, pois aprendeu que os humanos são prestativos, alguns animais podem até pedir água na rua.
O problema é que estes esquilos se tornam excessivamente confiantes perto de humanos, um processo frequentemente impulsionado pela alimentação manual ou pela perda do medo natural das pessoas, que cria riscos significativos à segurança tanto do animal quanto do público.
Esses esquilos habituados podem se tornar agressivos, mordendo ou arranhando quando não recebem comida ou água, e ficam mais vulneráveis a veículos e predadores.
A necessidade de alimentação ou de matar a sede faz com que esses animais dependam de doações em vez de buscarem alimento naturalmente, o que pode levar à desnutrição ou à morte por inanição caso a fonte de alimento desapareça.
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