
Criado pelo Gemini.
Conhecido como um "fracasso trágico" que abandonou a governança séria aos seus favoritos. Ele se concentrou, ou foi dominado, pelo luxo excessivo, negligenciando o Estado e provocando o declínio econômico.
Cômodo renomeou toda a cidade de Roma em homenagem a si mesmo, declarou-se um deus vivo e executou qualquer um que risse dele em público.
O Imperador progressivamente abandonou as responsabilidades administrativas, deixando o governo real do império para uma sucessão de prefeitos pretorianos enquanto se dedicava ao combate gladiador, que ele praticava obsessivamente e insistia em atuar publicamente no Coliseu.
Ele acreditava ser a reencarnação de Hércules, aparecendo em público com uma pele de leão e um porrete. Ele lutou centenas de combates contra oponentes fortemente desfavorecidos, incluindo soldados feridos e cidadãos deficientes levados especificamente para serem mortos, exigindo imensos tributos do Estado por essas apresentações.
Cômodo governou o Império Romano de 177 a 192 e representa um dos casos mais extensivamente documentados de megalomania imperial nos registros antigos.
Filho de Marco Aurélio, considerado por muitos historiadores o modelo filósofo-imperador, e o contraste entre pai e filho foi notado pelos escritores romanos contemporâneos.
Ele renomeou a cidade de Roma Colônia Lúcia Annia Comodiana, renomeou os meses do calendário romano após seus próprios títulos, e ordenou que as estátuas de si mesmo fossem colocadas em todo o império retratadas como Hércules, a quem ele afirmava encarnar.
O Senado Romano, que ele tratou com desprezo aberto, foi obrigado a dirigir-se a ele através de uma lista de títulos que cresceram progressivamente durante todo o seu reinado.
Ele executou senadores, oficiais e cidadãos privados por insuficiências percebidas, incluindo expressões faciais de riso. Seu círculo íntimo finalmente concluiu que ele era ingovernável e conspirou para removê-lo.
Quando sua amante Márcia encontrou uma lista de pessoas que Cômodo pretendia executar nos Jogos Plebeus, descobriu que ela, o prefeito Leto e o senador Eclecto estavam nela. Os três conspiraram para assassinar o imperador.
Em 31 de dezembro de 192, Márcia envenenou a comida de Cômodo, mas ele vomitou o veneno e a dose provou ser insuficiente. Enquanto Cômodo estava enfraquecido e vomitando, seus conspiradores enviaram um gladiador chamado Narciso para a sua câmara de banho, onde foi estrangulado.
Após sua morte, o Senado o declarou inimigo público com uma damnatio memoriae ("condenação de memória",) e restaurou o nome original da cidade de Roma e suas instituições. Estátuas de Cômodo foram demolidas. Seu corpo foi sepultado (esquecido) no Mausoléu de Adriano.
A morte de Cômodo marcou o fim da dinastia Nerva-Antonina. Ele foi sucedido por Pertinax, cujo reinado foi curto; se tornou o primeiro pretendente ao trono a ser usurpado durante o Ano dos Cinco Imperadores.
Em 195, o nome de Cômodo e sua psicopatologia já não era tão conhecida em Roma, mas o imperador Septímio Severo, tentando ganhar o favor da família de Marco Aurélio, reabilitou a memória de Cômodo e fez com que o Senado o deificasse.
O ator canadense Christopher Plummer interpreta um Cômodo maligno e extremamente narcisista no clássico épico "A Queda do Império Romano" (1964), dirigido por Anthony Mann. O filme retrata todo o reinado do imperador, desde a morte de Marco Aurélio até sua própria morte em combate contra o herói fictício Lívio.
No filme "Gladiador" (2000), vencedor do Oscar de Melhor Filme, um Cômodo ficcional serve como o principal antagonista. Ele é interpretado por Joaquin Phoenix, que recebeu uma indicação de Melhor Ator Coadjuvante na 73ª edição do Oscar.
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