![]() | A fantástica Dolly Parton já era uma cantora aclamada, mas poucos fora do mundo da música country a conheciam como compositora. Mesmo que nunca tivesse cantado uma nota, ela seria uma mulher rica por causa de uma pequena canção chamada "I Will Always Love You". Dolly gravou a música e a levou ao primeiro lugar em 1974 e novamente em 1982. E você provavelmente se lembra do remendo sucesso que fez em 1992, quando Whitney Houston a cantou no filme "O Guarda-Costas", tornando a canção em um dos maiores "vermes de ouvido" da história. |

Mas, quando a música ainda era recente, ela foi abordada pelo agente duvidoso (provavelmente criminoso) de Elvis Presley, Coronel Tom Parker, sobre a possibilidade de Elvis gravar a canção que ela havia escrito. Dolly recusou.
Mark Levin compôs e interpretou uma pequena canção sobre o incidente, com uma encantadora animação em stop-motion, feito por Heather Colbert.
Por que Dolly recusou a oferta? Quando a gravação da música de 1974 alcançou o primeiro lugar nas paradas country, Elvis Presley indicou que queria fazer um cover. Dolly ficou interessada, lógico, mas o empresário dinheirista Tom Parker lhe disse que era procedimento padrão o compositor ceder metade dos direitos autorais de qualquer música gravada por Elvis. Parton recusou.
- "Eu disse: 'Sinto muito', e chorei a noite toda. Quer dizer, foi a pior coisa. Sabe, é tipo, 'Meu Deus... é o Elvis Presley, meu ídolo'", relembrou Dolly. - "E outras pessoas diziam: 'Você está louca. É o Elvis Presley'... Eu disse: 'Não posso fazer isso'. Algo no meu coração dizia: 'Não faça isso'. E eu simplesmente fiz... Ele teria arrasado. Mas enfim, ele não fez. Depois, quando a versão da Whitney foi lançada, eu ganhei dinheiro suficiente para comprar Graceland."
Dolly Parton ganhou mais de 10 milhões de dólares de royalties apenas na década de 1990 pela versão de Whitney Houston da sua música.
Dolly usou parte desses direitos autorais para comprar um complexo de escritórios e transformálos em residências a preços módicos, para a população negra de Nashville, chamando-o de "a casa que Whitney construiu" como uma homenagem a Whitney.
Embora US$ 10 milhões seja o valor frequentemente citado para o sucesso inicial na década de 90, a música continua gerando royalties para Parton, com algumas estimativas sugerindo o dobro destes ganhos a longo prazo.
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